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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

ESTRUTURA E PROCESSO DE FORMAÇÃO DAS PALAVRAS


ESTRUTURA E PROCESSO DE FORMAÇÃO DAS PALAVRAS


INTRODUÇÃO


Neste tutorial iremos verificar a estrutura e a formação das palavras.
Primeiramente será estudada a estrutura da palavra, ou seja, como ela é formada. Em seguida o processo de formação das palavras.

ESTRUTURA DAS PALAVRAS


A palavra é subdivida em partes menores, chamadas deelementos mórficos.

Exemplo: gatinho – gat + inho
Infelizmente – in + feliz + mente

ELEMENTOS MÓRFICOS


Os elementos mórficos são:

Radical;
Vogal temática;
Tema;
Desinência;
Afixo;
Vogais e consoantes de ligação.

RADICAL


O significado básico da palavra está contido nesse elemento; a ele são acrescentados outros elementos.

Exemplo: pedra, pedreiro,pedrinha.

VOGAL TEMÁTICA


Tem como função preparar o radical para ser acrescido pelas desinências e também indicar a conjugação a que o verbo pertence.

Exemplo: cantar, vender, partir.

OBSERVAÇÃO:

Nem todas as formas verbais possuem a vogal temática.

Exemplo: parto (radical + desinência)

TEMA


É o radical com a presença da vogal temática.

Exemplo: chorocanta.

DESINÊNCIAS


São elementos que indicam as flexões que os nomes e os verbos podem apresentar. São subdivididas em:

DESINÊNCIAS NOMINAIS;
DESINÊNCIAS VERBAIS.

DESINÊNCIAS NOMINAIS – indicam o gênero e número. As desinências de gênero são a eo; as desinências de número são o s para o plural e o singular não tem desinência própria.

Exemplo: gat o
         Radical desinência nominal de gênero

      Gat o s
Radical d.n.g d.n.n

d.n.g » desinência nominal de gênero
d.n.n » desinência nominal de número

DESINÊNCIAS VERBAIS – indicam o modo, número, pessoa e tempo dos verbos.
Exemplo: cant á va mos
      Radical  v.t  d.m.t  d.n.p

v.t » vogal temática
d.m.t » desinência modo-temporal
d.n.p » desinência número-pessoal

AFIXOS


São elementos que se juntam aos radicais para formação de novas palavras. Os afixos podem ser:

PREFIXOS – quando colocado antes do radical;
SUFIXOS – quando colocado depois do radical

Exemplo:

Pedrada.
Inviável.
Infelizmente

VOGAIS E CONSOANTES DE LIGAÇÃO


São elementos que são inseridos entre os morfemas (elementos mórficos), em geral, por motivos de eufonia, ou seja, para facilitar a pronúncia de certas palavras.

Exemplo: silvícola, paulada, cafeicultura.

PROCESSO DE FORMAÇÃO DAS PALAVRAS


Inicialmente observemos alguns conceitos sobre palavras primitivas e derivadas e palavras simples e compostas:

PALAVRAS PRIMITIVAS – palavras que não são formadas a partir de outras.

Exemplo: pedra, casa, paz, etc.

PALAVRASDERIVADAS – palavras que são formadas a partir de outras já existentes.

Exemplo: pedrada (derivada de pedra), ferreiro (derivada de ferro).

PALAVRASSIMPLES – são aquelas que possuem apenas um radical.

Exemplo: cidade, casa, pedra.

PALAVRASCOMPOSTAS - são palavras que apresentam dois ou mais radicais.

Exemplo: pé-de-moleque, pernilongo, guarda-chuva.

Na língua portuguesa existem dois processos de formação de novas palavras: derivação ecomposição.

DERIVAÇÃO


É o processo pelo qual palavras novas (derivadas) são formadas a partir de outras que já existem (primitivas). Podem ocorrer das seguintes maneiras:

Prefixal;
Sufixal;
Parassintética;
Regressiva;
Imprópria.

PREFIXAL – processo de derivação pelo qual é acrescido um prefixo a um radical.

Exemplo: desfazer, inútil.
Vejamos alguns prefixos latinos e gregos mais utilizados:

PREFIXO LATINOPREFIXO GREGOSIGNIFICADOEXEMPLOS
PREF. LATINOPREF. GREGO
Ab-, abs-Apo-AfastamentoAbs terApogeu
Ambi-Anfi-DuplicidadeAmbíguoAnfíbio
Bi-di-Dois pedegrafo
Ex-Ex-Para foraExternarÊx odo
SupraEpi-Acima deSupracitarEpitáfio

SUFIXAL – processo de derivação pelo qual é acrescido um sufixo a um radical.

Exemplo: carrinho, livraria.

Vejamos alguns sufixos latinos e alguns gregos:

SUFIXO LATINOEXEMPLOSUFIXO GREGOEXEMPLO
-adaPaulada-iaGeologia
-eriaSelvageria-ismoCatolicismo
-ávelAmável-oseMicose

PARASSINTÉTICA – processo de derivação pelo qual é acrescido um prefixo e sufixo simultaneamente ao radical.

Exemplo: anoitecerpernoitar.

OBSERVAÇÃO :

Existem palavras que apresentam prefixo e sufixo, mas não são formadas por parassíntese. Para que ocorra a parassíntese é necessários que o prefixo e o sufixo juntem-se ao radical ao mesmo tempo. Para verificar tal derivação basta retirar o prefixo ou o sufixo da palavra. Se a palavra deixar de ter sentido, então ela foi formada por derivação parassintética. Caso a palavra continue a ter sentido, mesmo com a retirada do prefixo ou do sufixo, ela terá sido formada por derivação prefixal e sufixal.

REGRESSIVA - processo de derivação em que são formados substantivos a partir de verbos.

Exemplo: Ninguém justificou oatraso. (do verbo atrasar)
debate foi longo. (do verbo debater)

IMPRÓPRIA - processo de derivação que consiste na mudança de classe gramatical da palavra sem que sua forma se altere.

Exemplo: O jantar estava ótimo

COMPOSIÇÃO


É o processo pelo qual a palavra é formada pela junção de dois ou mais radicais. A composição pode ocorrer de duas formas:

JUSTAPOSIÇÃO e AGLUTINAÇÃO.

JUSTAPOSIÇÃO – quando não há alteração nas palavras e continua a serem faladas (escritas) da mesma forma como eram antes da composição.

Exemplo: girassol (gira + sol), pé-de-moleque (pé + de + moleque)

AGLUTINAÇÃO – quando há alteração em pelo menos uma das palavras seja na grafia ou na pronúncia.

Exemplo: planalto (plano + alto)

Além da derivação e da composição existem outros tipos de formação de palavras que são hibridismo,abreviação e onomatopéia.

ABREVIAÇÃO OU REDUÇÃO


É a forma reduzida apresentada por algumas palavras:

Exemplo: auto (automóvel),quilo (quilograma), moto(motocicleta).

HIBRIDISMO


É a formação de palavras a partir da junção de elementos de idiomas diferentes.

Exemplo: automóvel (auto – grego + móvel – latim),burocracia (buro – francês + cracia – grego).

ONOMATOPÉIA


Consiste na criação de palavras através da tentativa de imitar vozes ou sons da natureza.

Exemplo: fonfom, cocoricó, tique-taque, boom!.


Finda-se mais um tutorial onde pudemos observar o seguinte:

A estrutura das palavras contém o radical (elemento estrutural básico), afixos (elementos que se juntam ao radical para formação de novas palavras – PREFIXO e SUFIXO), as desinências (nominais – indicam gênero e número e verbais – indicam pessoa, modo, tempo e número dos verbos), a vogal temática (que indicam a conjugação do verbo – a, e, i) e o tema que é a junção do radical com a vogal temática.

Já no processo de formação das palavras temos a derivação, subdividida em prefixal, sufixal, parassíntese, regressiva e imprópria e a composição que se subdivide em justaposição e aglutinação. Além desses dois processos temos o hibridismo, a onomatopéia e a abreviação como processos secundários na formação das palavras.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Função referencial da linguagem




download do trabalho via mediafire

http://www.mediafire.com/download/z72li4vvjhhdcf6/Fun%C3%A7%C3%A3o+referencial+da+linguagem.rar

Índice


















O presente trabalho versa fundamentalmente sobre função referencial da linguagem segundo Roman Jakobson. Sobre tudo da pois a relação entre linguagem, pensamento e discurso deve-se ao facto de o discurso ser uma manifestação do pensamento e um acontecimento da linguagem.























Função referencial da linguagem, segundo Roman Jakobson

ü  Função referencial (ou informativa),
a)      Esta centrada no contexto.
Neste tipo de discurso, o emissor (locutor) centra a sua mensagem de forma predominante no contexto (ou referente)
Este tipo de discurso é caracterizado pela objectividade, neutralidade e imparcialidade, visto que o emissor pretende transmitir sempre informações. Exemplos deste discurso são as notícias jornalísticas, as informações técnicas e científicas, etc.
ü  Função expressiva (ou emotiva) – esta centrada no emissor. Predomina, neste tipo de discursos, a atitude do emissor (locutor) perante o referente (objecto), uma apreciação subjectiva. No discurso oral, a totalidade da voz do emissor é inconstante, ora sobe, ora baixa, ora é grossa, ora é fina e moderada, dependendo do que ele deseja do seu interlocutor (convencer, ridicularizar, instituir, demonstrar, etc.).
ü  Função persuasiva (apelativa ou imperativa ou conativa) – está centrada no destinatário ou receptor. Trata-se de um tipo de discurso em que o emissor/locutor procura influenciar, seduzir, convencer ou mandar no receptor, provocando nele uma dada reacção.
ü  Função estética (ou poema) – está centrada na mensagem. Embora tenha especial evidência na poesia, esta ocorre em qualquer tipo de mensagem. Os emissores, por norma, mostram-se sempre empenhados em embelezar e melhorar as suas mensagens.
Exemplo: «Tente de novo», «Hei, tu também, vem abraçar-me».
ü  Função fáctica – está centrada no contacto, ou seja, no canal. Com estes discursos, os interlocutores procuram assegurar, estabelecer, prolongar ou interromper a comunicação ou verificar se o meio usado funciona.
Exemplo: «Alô?»
ü  Função metalinguistica – conjunto de sinais. Com o discurso os interlocutores procuram definir ou clarificar o sentido dos signos para que sejam compreendidos entre si.
Exemplo: «Compreendes-me?», “isto significa que…?»
Sobre este modelo de comunicação importa ainda dizer que um discurso ou enunciado não corresponde a uma única função. Numa proposição (frase/enunciado), as funções de linguagem aparecem combinadas, isto é, podemos encontrar duas ou mais funções.
ü  As funções referencial (ou informativa) e persuasiva (apelativa ou argumentativa) – são de peculiar importância no estudo da lógica, visto que a primeira – função referencial ou informativa – nos permite representar ou descrever factos, estados ou relações entre as coisas; os seus enunciados, frases ou expressões são susceptíveis de serem verdadeiros ou falsos, conforme o seu conteúdo e adequação à realidade.  
ü  Função da linguagem – permiti-nos combinar enunciados, frases ou proposições e estruturar os respectivos argumentos justificativos ou comprovativos, os quais são susceptíveis de serem validos ou inválidos, ou seja, saber se são ou não coerentes entre si.

Linguagem, pensamento e discurso (uma relação triádica)

Haverá ou não alguma relação entre a linguagem, pensamento e discurso? Será que o pensamento pode dissociar-se da linguagem? O discurso poderá ser discurso sem pensamento ou o recurso à linguagem?
Se o nosso pressuposto é o de que, mediante a linguagem, os seres humanos (homens e mulheres) comunicam entre si os seus pensamentos em forma de discurso oral, escrito ou gestual, então há uma estreita e indissociável relação entre estas três realidades: linguagem, pensamento e discurso. Isto porque:
ü  A linguagem é um instrumento e meio ao serviço do pensamento. A linguagem é o suporte do pensamento. Mediante o uso da linguagem os seres humanos exprimem os seus pensamentos. Por isso, o pensamento e a linguagem não se podem separar e um desenvolve-se em correlação com o outro.
ü  A linguagem regula o pensamento. Só com à linguagem o ser pode formular conceitos (ou ideias), juízos e raciocínios (os instrumentos do pensamento humano).
ü  Os seres humanos dispõem de uma linguagem, podendo expressar, em forma de discurso, os seus pensamentos aos outros e comunicar.
ü  É também por disporem de uma linguagem que os seres humanos podem expressas, em forma de discurso, os seus pensamentos e dessa forma conhecer e apreender a realidade circundante.
A relação entre linguagem, pensamento e discurso deve-se ao facto de o discurso ser uma manifestação do pensamento e um acontecimento da linguagem. E nisto os linguistas e os filósofos estão de acordo.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Definição de geologia e de geomorfologia


Índice
Índice 1
Introdução 2
Definição de geologia e de geomorfologia 3
Importância do estudo da geologia e da geomorfologia 4
Rochas 5
Estrutura da interna da terra 6








Introdução

No presente trabalho, vou definir a geologia e a geomorfologia, e vamos aprender que geologia a terra quanto a estrutura geral e a geomorfologia consiste no estudo dos processos que originam e transformam as formas de relevo terrestre.
Também vou falar da importância do estudo da geologia e da geomorfologia. Aprenderemos que o estudo da geologia e da geomorfologia permite conhecer
Falaremos das rochas e seus tipos de rochas, como elas aparecem na ate se formar em rochas.
e por último vou falar da estrutura inteira da terra, veremos que existem varias inquietações que o ser humano apenas tomou contacto com a película do planeta que habita. a questão do  conhecimento da terra ainda e um grande desafio para os cientistas.

















Definição de geografia e de Geomorfologia

Definição de geologia e de geomorfologia a actual estrutura física - geográfica do nosso planeta resulta de um processo de transformação e desenvolvimento bastante longos, que pressupõe uma análise a partir das eras geologicasd. A analise da paleogeomorfologia do planeta terra esta intrinsecamente ligada a geologia. Assim propomo-nos, antes de iniciar o estudo da morfoestrutura, apresentar breves noções sobre geologia, de modo a facultar a compressão dos processos e dos fenómenos que deram e dão origem as actuais formas de relevo.
Geologia
  A geologia estuda a terra quanto a estrutura geral, a história da terra, as propriedades físicas, a composição química, litologica e mineralogia das diferentes partes que a constituem, para que este estudo se efectue de uma forma completa, a geologia recorre a outras ciências auxiliares como a física, a química, a matemática, a astronomia, a geografia e a biologia.
Geomorfologia
  A geomografia (do grego «gea» = forma e «logos» = tratado, ciência ou estudo) consiste no estudo dos processos que originam e transformam as formas de relevo terrestre. As formas representam a expressão espacial de uma superfície, compondo as várias condições da paisagem morfológica.
A geomorfologia identifica, descreve, determina e explica de forma pormenorizada a origem das formas observadas na superfície terrestre.
A geogmorfologia estrutural estuda a formação do relevo tendo em conta a acção dos agentes internos, desde resultam dobras, falhas, maciços e bacias sedimentares.
A Geografia litoranea estuda os processos morfogeneticos resultantes da acção do mar sobre o continente.
A geografia fluvial estuda os processos decorrentes da acção dos rios sobre a paisagem.
A geomorfologia climática estuda a influência do clima no modelado do relevo, nomeadamente o ciclo erosivo e o surgimento de inselbergues nas regiões onde predomina a vegetação de savanas, entre outros.
Importância do estudo da geologia e da geomorfologia
O estudo da geologia e da geomorfologia permite conhecer, analisar e interpretar diversos processos e fenómenos relacionados com a evolução e aproveitamento económico da terra, com o intuito de promover o desenimento das sociedades actua.
  A aquisição de conhecimentos geológicos e geomorfologicos permite compreender:
   Os processos endógenos e exógenos que dão origem as diferentes formas de relevo;
   As diversificadas formações rochosas que constituem o relevo terrestre;
  Os dinamismos do manto animal e vegetal;
  A estrutura, a propriedade física e a composição química dos minerais;
  Os tipos de jazigos minerais e a sistematização das rochas;
  As estrutura que compõem a crusta ou crosta terrestre, as deformações e as deslocações das rochas e a explicação das suas relações;
  A morfologia dos fundos oceânicos;
 A génese e características das aguas tanto subterrâneas como superficiais;
  O estudo, a avaliação e a exploração económica e sustentável dos jazigos minerais;
  As técnicas de pesquisa ou a prosperarão dos recursos minerais.
Rochas
Conceito e sua classificação
  As formas de modelo terrestre dependem, em grande medida, da natureza do material geológico que constitui a crusta terrestre. Por conseguinte, cada tipo de rocha tem o seu modo próprio de reagir a acção dos agentes erosivos.
  As rochas são agregados de diferentes minerais em proporção variáveis, podendo se compostas, no entanto, apenas por um único mineral.
  Tendo em conta a sua génese, concederam-se três tipos de rochas: rochas magmáticas ou ígneas; rochas sedimentares e rochas metamórficas.
 A tabela seguinte ilustra os tipos de rochas existentes, as suas principais características e alguns exemplos.
Rochas
Principais características
Pavimentação de ruas e/ou passeios
Rochas
Magmáticas
Ou ígneas
Re subida e consolidação do material (magma) proveniente do interior da terra, a maior ou menor profundidade. Podem ser plutónicas ou intruvisas e vulcânicas ou extrusivas.
Plutónicas: granito, sienitbros, dioritos,
Vulcânico basalto, andesito
Rochas sedimentares
Resultam da acumulacao compactação e cimentação de materiais depositados pelas águas dos rios, dos glaciares, ve
Calcário, silicisas, dunas, grés, margas, areias, conglomerados, argilas.
Rochas
Metamórficas
Tem origem na alteração das rochas eruptivas ou sedimentares quando sujeitas a grande pressão e alta temperatura no interior da terra.
Mármores, micaxitos, ardósias, guartzitos, gneisses.



A estrutura interna da terra
  Os cientistas tem-se deparado com grandes e inúmeros obstáculos nas suas tentativas de dar resposta a varias questões relacionadas com a terra, entre as quais se destaca seguinte inquietação qual e a constituição interna do nosso planeta?
Se consideramos que o centro da terra se encontra a cerca de 6371 km de superfície terrestre e que a profundidade máxima
  Apesar das grandes dificuldades com que os cientistas se tem debatido, o conhecimento do interior da terra tem registrado processos assinaláveis, graças a utilizacao, de forma incessante, de métodos de investigacao muito diversificados, uns diversificados, uns directos e outros indirectos.
Metos directos
 A obrevacao, junto a supeerficie, de materiais oriundos de xonas mais ou menos profundas, erguidos pelos movimentos técnicos e posteriorimente descobertos pela erosão e outros transportados para a superfície, ou para perto dela, trazidos através de erupcoes vulcânicas, tem fornecido informacoes deveras interessantes.
  Metodos indirectos
Sem menosprezar os métodos de pesquisa directos, são, no entanto, os métodos de investigacao indirectos que mais tem contribuído para formulacao de hipóteses formuladas ate ao momento baseiam-se, fundamentalmente, na contribuicao:
•da sismologia;
•das anomalias gravimentricas;
•da variacao da intecidade com a profundidade;
•das variacoes técnicas em profundade;
•do magnetismo terrestre;
•do meteoritos.
As grandes zonas contituintes da terra ou estrutura interna da terra
  Sos diversos métodos de investigação utilizados, com especial relevância para o método sismológico, permitiram conhecer um modelo de constituição interna de terra que, a luz do estado actual dos conhecimentos científicos, e hoje universalmente aceita.
 De acordo com este modelo, a terra e composta por três grandes zonas concêntricas nomeadamente: crusta, manto e núcleo.






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Conclusão
Conclui que o estudo da geologia e de geomorfologia são um componentes importantes na geografia e não só no nosso dia-a-dia, e não so também definir a geologia e a geomorfologia ajudou-me muito. Assim com saber da importância do estudo da geologia e da geomorfologia.
Com o estudo das rochas pude compreender como elas se aparecem na terra, e os seus tipos, e suas características, como elas se formam.
A estrutura interna da terra. Neste tem pude saber qual e a constituição interna do nosso planeta e saber como e a estrutura da terra.
















                                



Bibliografia
Titulo: pré-universitário – geografia 11
Editor: longman Moçambique
Impressão e acabamentos: Clyson Printers, Raitland, Cape Fown n: 8270
Autores: Francisco Cranso
             Geraldo santaria

Logman Moçambique Lda.
Avenida: 24 de Julho n° 776

Maputo, Moçambique

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