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sexta-feira, 14 de outubro de 2022

Exame Biologia 10ª classe 2021

Download de Biologia  10ª classe 1ª época 2021 pdf

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terça-feira, 30 de agosto de 2022

Evolução dos sistemas respiratórios PDF

 

Índice

1.Introdução. 3

2.Evolução dos sistemas respiratórios. 4

2.2. Respiração cutânea. 5

2.2.Respiração branquial 5

3.1.Transporte de O2. 7

3.2.Transporte de CO2. 7

4.Doencas do sistema respiratório. 8

5.Conclusão. 9

 

1.Introdução

O presente trabalho vai falar acerca da evolução dos sistemas respiratórios nomadamente respiração cutânea, respiração branquial, transporte de CO2, transporte de CO2, por fim falar das doenças do sistema respiratório, visto que este conteúdo é muito importante. Segundo o há uma grande oportunidade de saber as doenças do sistema respiratório.

 

2.Evolução dos sistemas respiratórios

Os protozoários esponjas, celenterados e platelmites realizam trocas gasosas por difusão.

A respiração é necessária uma vez que todas as células vivas do corpo precisam do oxigénio e produzem o dióxido de carbono. Portanto o sistema respiratório permite a troca destes gases entre o ar e o sangue e o sistema cardiovascular transporta os entre os pulmões e as células do corpo. Sem os os sistemas respiratório e cardiovascular saudáveis, a capacidade de realizar a actividade normal diminui.

O sistema respiratório é, o responsável também pela capacidade de captar odores (olfação) através do nariz e transmitir sons claros, evidentes e perceptíveis (fonação) através da laringe.

2.1.Funções do sistema respiratório

Trocas gasosas: o sistema respiratório permite que o oxigénio contido no ar passe para o sangue e o dióxido de carbono do sangue passe para o ar.

Controlo do pH do sangue: o sistema respiratório pode fazer variar o pH sanguíneo ao alterar a concentração do dióxido de carbono no sangue.

Fonação: o ar que atravessa as cordas vocais é essencial para a produção de sons e da fala.

Olfacto: a sensação de cheiro verifica se quando as moléculas em suspensão no ar atravessam as forças nasais.

Protecção: o sistema respiratório protege o corpo de alguns microrganismos, dificultando a sua entrada e expulsando os da superfície das vias aéreas.

2.2. Respiração cutânea

A respiração cutânea pode ocorrer em animais aquáticos como as esponjas os celenterados e as platelmintes aquáticos, assim como em animais terrestre como minhocas e anfíbios (Rã).

O ambiente húmido é importante para a respiração cutânea, pois a superfície da pele deve estar sempre húmido para permitir a difusão gasosa.

2.2.Respiração branquial

Os peixes e a maioria dos animais a1quânticos apresentam brânquias como órgãos respiratórios.

As brânquias são estruturas elementares muito delgadas e vascularizadas, agrupadas por estruturas osseas, as arcas braquiais. Em cida arca branquial existem filamentos branquiais onde ocorrem as trocas gasosas. A agua ao passar entre os filamentos branquiais, troca gases (deixa O2 e recebe CO2)  com o sangue que circula pelos capilares.

Os peixes a presentam braquias internam que se alongam em concavidades brânquias protegidas por estruturas denominados opérculos que facilitam a ventilacao.

2.3.Respiracao branquial

A maioria dos artrópodes apresenta tranqueas para realizar trocas gasosas.

As tranqueas comunicam com o exterior através de espiraculos e tem reforços quitisos melares que as mantém alguns possuem válvulas.

2.4.Respiracao pulmonar

A maioria dos animais terrestres e todos os vertebrados apresentam pulmões como órgãos que permitem trocas gasosas.

Os pulmões localizam-se na caixa torácico e são limitados lateralmente pelas costelas e músculos intercostais. Na região interior são limitados pelo diafragma. A envolver os pulmões existem duas membranas pleurais e entre elas circula um liquido lubrificante que permite que os pulmões se movimentem sem atrito.

As aves e os repteis não apresentam diafragma, por isso apresentam apenas o movimento das costelas provoca o aumento e diminuição de volume dos pulmões.

3.Ventilação pulmonar

O mecanismo de entrada e saída do ar nos pulmões denomina-se ventilação e depende apenas das alterações do volume de caixa torácica e dos pulmões. o aumento deve-se a contracção dos músculos intercostais e do diafragma (inspiração); a diminuição deve-se a distancio dos mesmos músculos e do diafragma (expiração).

Durante a imprecação, verifica-se que o aumento do volume da caixa torácica provoca a diminuição da pressão do ar dentro dos pulmões. O ar entra nos pulmões.

Durante a expiração, verifica-se a diminuição de volume de caixa torácica devido ao relaxamento dos músculos intercostais. Estes movimentam as costelas e o esterno para baixo e para dentro. O diafragma sobe a diminuição do volume da caixa torácica aumenta a pressão do ar nos pulmões fazendo o ar sair.

O sangue venenoso que entra nos pulmões alveolares tem uma elevada pressão de CO2 libertada pelos tecidos e uma baixa pressão de O2 libertado pelos tecidos e uma baixa pressão de O2 difunde-se pelo sangue e o CO2 é ilimitado.

 

O2

CO2

Ar inspirado

21%

0,03%

Ar expirado

14%

5%

 

O transporte de Oxigénio e do dióxido de carbono é feito, pelos pigmentos respiratórios.

Estes são moléculas orgânicas constituídas por proteínas e aos metálicos. Nos amimais, os pigmentos respiratórios são os seguintes: hemoglobina vermelha localizada nos glóbulos vermelhos e plasma, e com o ferro como elemento metálico. A homocina azul, localizada no plasma e com o cobre como elemento metálico; a hemocritina de cor vermelha, localizada em corpúsculos especiais e com o ferro como elemento metálico.

A hemoglobina é o pigmento transportador mais eficiente por cada molécula pode combinar-se simultaneamente com quatro moléculas de oxigénio e separar-se delas facilmente.

3.1.Transporte de O2

Nas superfícies respiratórias a pressão do oxigénio é menor no sangue do que no ar. Sendo assim, o O2 entra no sangue: a maior parte nas hemácias e uma pequena parte dissolve-se no plasma.

Nas hermacias, o O2 combina-se com a hemoglobina formando-se a oximoglobina. A equação seguinte descreve o oxigénio é consumido pelas células a relação é reversível: Hb(O2)4 →Hb+HO2.

3.2.Transporte de CO2

O CO2 é transportado principalmente sob a forma de iões bicarbonato (HCO3) no plasma (64%) os restantes 9% de CO2 SÃO transportadas dissolvidas no plasma.

Nos tecidos a tensão em CO2 é alta: o O2 é consumido e é produzido o CO2. Uma parte do CO2 sai das capilares e difunde-se com a hemoglobina formando acido carbónico (H2CO3). Este sendo estável oxigina o ião bicarbonato (HCO3), tal como se representa nas equações seguintes:

CO2+H2O → H2CO3 →  HCO3 + H+

(Acido carbónico)      (ião Bicarbonato)

CO2 + Hb → HBC2

(Cemoglobina)         (Carboemoglobina)

Nos pulmões, a tensão em Co2 é : as reacções ocorrem de modo inverso.

H + HCO3 → H2CO3 → H2O + CO2

HBCO →Hb+CO2

Nos tecidos o ião H+ fixa-se a algumas moléculas de hemoblobina reduzidos a HHb. Este processo evita que o valor do PG do sangue baixe demasiado.

Nos pulmões os ioões H+ libertam-se de hemoglobina e reagem com os iões bicarbonato oque a libertacao de dióxido de carbono: H+ HCO3 → H2O + CO2.

4.Doencas do sistema respiratório

Tuberculose é uma doença causada por bactéria denominado bacilo de Rach, transmite-se através de espirros tosse sem protecção ou partilha de loiça.

Bronquite é uma inflamação dos brônquios as renais através das quais o ar chega aos alvéolos. Existem dois tipos de bronquite que são: a bronquite aguda que é causada por vírus ou bactéria e que dura diversos dias ou semanas e a bronquite crónica que dura anos, esta geralmente faz parte de uma síndrome chamada doença pulmonar obstrutiva crónica.

Cancro do pulmão a expansão e a transformação maligna do tecido pulmonar. É dos tipos mais letais de cancro, é causado sobretudo pelo tabaco e afecta mais homens do que mulheres embora o número de cancro de pulmão em mulheres esteja a aumentar.

Asma é uma doença inflamatória das vias respiratórias que resulta na redução ou ate mesmo na obstrução no fluxo de ar. Está relacionada com factores genéticos e ambientes que se manifestam através de crises de falta de ar.

Pneumonia é provocada pela penetração de um agente infeccioso ou irritante (bactérias, vírus, fungos e por gasosa. Esse local deve estar sempre muito limpo, livre de substancias que possam impedir o contacto do ar com sangue.

Para manter a saúde do sistema respiratório é de máxima importância evitar o tabaco e fumo e lugares fechados e praticar exercícios físicos.

5.Conclusão

Fim do trabalho conclui-se que a respiração é necessária uma vez que todas as células vivas do corpo precisam do oxigénio e produzem o dióxido de carbono. Portanto o sistema respiratório permite a troca destes gases entre o ar e o sangue e o sistema cardiovascular transporta os entre os pulmões e as células do corpo. Sem os os sistemas respiratório e cardiovascular saudáveis, a capacidade de realizar a actividade normal diminui. E que a respiração tem uma grande importância na vida dos seres vivos para a sua sobrevivência e que apesar dos animais partilhar mesmas características cada espécie de ser vivo tem tipo de respiração própria.

 

 

Referências bibliográficas

Maria Amália, Biologia Pré – Universitário Biologia 12, Longam Moç., 2010.

 

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Criação de Perus



Índice

Introdução ao estudo da criação de perus…………………………………………………………1
Propósitos produtivos……………………………………………………………………………..2
Exterior dos perus e sua importância………………………………………………………...……3
Raças………………………………………………………………………………………………4




Introdução
No presente trabalho vamos fala dos perus e vamos fala da sua origem, como é que são criados como produzem-se, a sua alimentação.
Vamos falar também do seu propósito produtivo e de como é constituído o seu exterior, sua importância e vamos falar também das raças. Vamos encontrar no presente trabalho raças mamute-Bronzeado; Branco-Holandês e Vermelho-de-Bourbon.



Introdução ao estudo da criação de perus
Originário da América do norte foi levado para a Europa em 1511. O peru selvagem foi domesticado pela primeira vez no México há mais de mil anos, mas no começo do século XX, havia desaparecido em grande parte dos Estados Unidos. Nosúltimos anos, o peru começou a ser reintroduzido no seu lugar de origem com aparente sucesso.
Em estado selvagem alimentava-se do que a natureza lhe proporcionava: insectos, vermes, grãos, caracóis, capim e outras verduras e até grãos de areia para ajudarem na sua digestão dos alimentos.
Para a reprodução, o peru abrigava-se em lugares bem seguros ou capoeiras para proteger dos outros animais, e que contribui para a preservação da espécie.
Foi levado para Europa, no século XVI, sendo conhecido como «galinha-da-índia» O cruzamento para obter raças mais produtivas tornou-se numa fonte de rendimento desde que bem planeada.
Os principais três meses de vida são muito importantes na criação dos perus. Não poderão apanhar humidade, chuvas, frio e desvende-se evitar o calor forte para não contraírem uma espécie de isolação.
Após este período, o peru torna-se uma ave bastante resistente podendo viver em liberdade, contando que se tenha um espaço para o seu crescimento, onde encontrem capim, insectos, e ouros bichinhos. Os perus gostam de viver em pequenos bandos.
Para se tornar mais rentável a criação, e aconselhável dar ração duas vezes ao dia para que os animais tenham um contacto com o criador e também suprimam as necessidade em proteínas/.
Actualmente, a criação de perus doméstico é uma industria em grande escala tanto na América quanto na Europa.
Os perus,assemelhasse dos pavões, fazem aparte da linhagem de ornamentação e da produção de carne. A característica fundamental que distingue os perus das outas aves é a sua aptidão física para a produção de carne que se traduz num, peso superior a qualquer outra espécie avícoladomestica.
Outras características são a faculdade que tem de estenderem e levantar as penas caudais, despondo-as em forma de leque bastante vistoso. Os propósitos da criação de perus são dois: a produção de carne para consumo humano e a ornamentação.
Devido a uma maior velocidade de crescimento que estes animais tem, permite ao criador, num curto espaço de tempo obter carne ou animais para vender.
A exploração de perus em Moçambique é quase inexistente, encontrando-se concentrada no sector familiar, devido a hábitos cultuais. Entretanto, para a criação de perus no apaises há um enorme potencial porque existe disponibilidade de alimentos, o clima é favorável e podem ser vendidos a indivíduos (nas cidades) supermercados, hotéis e restaurantes assim como para p consumo pelo próprio criador.
Para criar perus em largas escala é necessário:
·         Uma quinta e alguém que possa pastorariam (como cabras).
·         4 Há de terra com arbustos oupastagem vedada com rede galinheira com altura de 1,5 a 1,8m (para impedir predadores.
·         0,4 há de pastagem irrigada (exemplo luzerna).
·         Alojamento adequando para criação intensiva.
Qualquer que seja o método de criação escolhido em largas escala é preciso observar que nesse local não tenham codo criadas outras aves devido ao risco de estas poderem ser agentes de doenças que afectam os perus. E, se for ocaso só se podem, criar perus se tiverem passado no mínimo, 2 anos.
Propósitos produtivos
Criam-se perus com objectivos exclusivos de produzir carne, já que a quantidade de ovos que uma perua é capaz de dar é bastante reduzida em relação aos gastos para mante-la. Produz cercade  50 a 100 ovos por ano. Apesar de bastante resistentes, quando adultos, os perus merecem atenção espacial durante três primeiros meses de vida. É nessa fase, principalmente nas três primeiras semanas, que eles apresentam a maior mortalidade. Antigamente, prevalecia o mito de que o sucesso na criação de perus era dificílimo. Hoje, sabe-se que a espécie precisa apenas de superar a fase critica, para, então, desenvolver-se facilmente. Nas primeiras semanas, eles não devem ficar expostos a humidade nem ao frio e, de modo algum, devem molhar-se. Após os três meses, podem ser criados soltos em pastagens, ondem procuram árvores para dormir e arbustos para esconder os ninhos. Nas criações industriais, feitas em largas escalas em galpões, são utilizadas as raças criadas em laboratórios, hybrid e betybull. Elas apresentam desenvolvimento acelerado, chegando mais depressa ao peso de abate, mais são menos resistentes e, por tanto, não recomendadas a criações caseiras. O tipo mais utilizado em criações domésticas é o peru resultante de cruzamentos desordenados entre as três raças puras, mamute-bronzeado, o branco-holandês e o vermelho-de Bourbon. As raças puras também são criadas em casa.
 Em estado selvagem vivem em grupos até vinte aves em lugares próximos de árvores. Normalmente, caminham mas também podem voar.
 Os perus selvagens pesam entre oito e dez quilogramas o macho entre quatro e cinco quilogramas a fêmea. Mas quando domesticados podem chegar a pesar maisde quinze quilogramas.
Isso deve-se a processos de selecção e a uma alimentação própria para aumentar o rendimento de carne para o consume humano.
Exterior dos perus e sua importância
O exterior dos perus, contrariamente as outras aves, caracteriza-se por apresentar uma cabeça comprida e larga, coberta por uma pele fina, com penas mais curtas. O pescoço é comprido, grosso e erguido com mesmo aspecto da cabeça. O tronco é muito volumoso e a cauda tem penas com capacidades de dias pólasem enorme leque.
O conhecimento do exterior dos perus permite ao criador diferenciar os animais de uma raça e os indivíduos deuma exploração, para além de permitir a determinação do estado de saúde, idade do animal, etc.
Tanto o macho como a fêmea tem a cabeça e o pescoço descoberto de penas. As suas pernas tem coloração preta, castanha ou até mesmo clara. Somente o macho possui um apêndice carnoso sob o bico chamado caruculas. Medem até 1,17metros de altura.

Raças
As três raças mais conhecidas são:
·         Mamute-bronzeado: o seu nome original é Broat-breasted-bronze, mas também conhecido por peito largo. É uma raça de crescimento rápido atinge um maior peso. Os machos adultos chegam a pesar 16kg e as fêmeas, 9kg.
 Apresentam o corpo redondo e comprido, bastante coberto de carne. A qualidade da carne é semelhante nos machos e nas fêmeas. A produção dos ovos, que pesa em media 100g, é de aproximadamente 50 por ano.
·         Branco-holandês: também conhecido por Branco da Virgíneae Branco-Chipre. A carne é de sabor agradável e de qualidade superior, mas terá do que o do mamute-bronzeado. O macho adulto pesa em torno de 14kg ea fêmea 7kg. Aos 6mese, os machos já pesam 10kg e as fêmeas 6kg.
É uma raça bastante resistente quando adulta e muito bonita: a partir de 1 ano de idade toda a plumagem adquire coloração branca num contraste forte com o vermelho da cabeça e rosado das patas.
·         Vermelhado- de- Bourbon: a sua coloração fundamental assemelha-se a do tijolo, puxando, mais para o vermelho, com algumas penas brancas nas asas; na cauda, há penas brancas com uma faixa avermelhada, e as penas do peito são vermelhas com uma barra branca ou escura. É uma raça de tamanho médio,o macho adulto pesa em torno  de 12kg atingindo os 10kg aos 6 meses e as fêmeas chegam aos 8kg. A sua criação, geralmente, tem fins ornamentais ou de exibição.


Conclusão
Este trabalho fala do estudo da criação dos perus e dissemos que os perus são de origem da América do norte e que foi levada a Europa em 1511. Falamos também que os primeiros três meses de vida do peru são importantes e não devem apanhar humidade, chuva, frio e deve evitar o calor forte para não contraírem uma espécie de insolação.
Quanto ao propósito produtivo dissemos que é nessa fase, principalmente nas três primeiras semanas, que eles apresentam a maior mortalidade. Hoje sabe-se que a espécie precisa apenas de superar a fase critica para, então, desenvolver-se facilmente.
Quanto ao exterior dissemos que tanto o macho como a fêmea tem a cabeça e o pescoço descoberto de penas. E que as suas penas tem, coloração preta.
Nas raças vamos encontrar mamute-bronzeado, branco-Holandês e Vermelho-se-Bourbon


VEJA O TRABALHO COMPLETO AQUI

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Noções de Inspecção de Carnes


Noções de Inspecção de Carnes
Apesar dos avanços na área de saúde pública com o objectivo de proteger o homem contra as doenças transmissíveis ao mesmo pelos animais ou seus produtos, e os pesados investimentos que os países realizam para erradica-las, os resultados indicam que as mesmas continuam muito presentes nas diferentes espécies pecuárias constituindo uma ameaça ao homem.
Estas enfermidades são fontes importantes de infecções para o homem, seja pela ingestão de carne e seus derivados ou por contacto directo ou indirecto.
A inspecção sanitária em matadouros reveste-se de grande para a saúde publica, ao excluir do consumo carnes portadoras de patogenia, bem como as que apresentam lesões que as tornam impróprias para o consumo.
Objectivos do programa de Inspecção de Carnes
Os objectivos destes incluem:
1.      Garantir /assegurar que apenas sejam obtidos animais sãos e fisiologicamente normais para o consumo humano e os anormais separados e tratados convenientemente.
2.      Garantir que a carne proveniente destes animais esta livre de doenças, sadia e sem riscos para a saúde humana.
Estes objectivos são alcançados através de procedimento de inspecção ante e postmortem bem como pela esfola, depena, depilação e evisceração com o mínimo de contaminação.
Qualquer procedimento de inspecção deve ser apropriado pelo espectro e prevalência das doenças e anormalidades presentes em cada uma das classes de animais sob inspecção.
Inspecção ante mortem: realizada dentro das 24h que antecedem o abate e repetida se haver cancelamento do abate por mais de um dia visa:
1.      Examinar minuciosamente todos os animais destinados para o abate.
2.      Assegurar que esses animais tiveram repouso apropriado e obter informação clínica de auxilio no diagnostico de doenças e julgamento.
3.      Reduzir a contaminação do local de abate separando animais conspurcados/sujos e condenação de animais adoentados.
4.      Garantir que animais feridos ou com dores e sofrimentos sejam sacrificados de emergência e que são tratados humanamente.
5.      Identificação de doenças notificava para evitar a contaminação do local de abate.
6.      Identificar animais doentes que foram tratados com antibióticos, quimioterapias, insecticidas e pesticidas.
7.      Exigir e garantir a limpeza e desinfecção dos meios transportes utilizados.
A inspecção ante mortem deve ser realizada em local bem iluminado em os animais podem ser examinados individual e colectivamente em repouso ou em movimento. Deve observa-se o seguinte:
1.      O comportamento.
2.      O estado nutricional dos animais { gordo, magro, ect}.
3.      O estado de limpeza.
4.      Sinais de doenças e anormalidades.
As anormalidades procuradas na inspecção ante mortm incluem:
1.      Abdómen avolumado {timpanismo}.
Descargas anormais ou profusões do corpo:
1.      Salivação abundante, corrimento nasal excessivo, lusquia.
2.      Prolapso rectal, vaginal ou uterino
3.      Diarreia sanguinolenta
Anormalidades na cor
1.      Manchas rosáceas ou vermelhas nas orelhas e flancos em suínos.
2.      Manchas azul-escuras no úbere {gangrena}.
Anormalidades no cheiro
1.      Cheiro a acetona na cetose.
Inspecção postmortem: consiste no exame de todos órgãos e tecidos, abrangendo a observação, a apreciação das suas características externas, planco e incisão de gânglios linfáticos correspondentes, alem de cortes sobre os orgaos se necessário. Esta prática e realizado por agentes de inspecção.
Deve ser realizada imediatamente a seguir a evisceração de modo a detectar qualquer anormalidade para evitar que produtos condicionalmente aptos para o consumo não sejam aprovados para o consumo.
Julgamento das carcaças
A condenação ou rejeição das carcaças pode envolver:
1.      Qualquer porção ou a carcaça anormal ou afectada por doença.
2.      Qualquer porção ou carcaça afectada por uma condição que represente risco a saúde.
3.      Qualquer porção da carcaça que aspecto repulsivo aos consumidores.
Contudo, se os animais são stressados, sujos ou superlotados, esfomeados ou sedentas ou se existem muitos germes a sua volta devido mas condições de higiene e limpezas, ou inexistência de um programa de biossegurança, não resistirão aos ataques de patogenia.
Na presença secção, trataremos mais uma vez de algumas doenças que podem afectar as nossas criações pecuárias {bovinas, suínas e avícolas} referindo-nos contudo que muitas destas foram abordadas nos livros das classes anteriores nos capítulos de cada uma das espécies pelo que, recomendamos o recurso a eles.


Doenças
Animais
Causas
Sintomas
Controlo
botulismo
Pato


É preciso eliminar o mais rapidamente possível os animais mortos e limpar muito bem os abrigos. A desinfecção dos abrigos poderá ser feita juntando um pouco de Dettol à água da limpeza. Também nesse caso tome precauções e utilize vestuário de proteção e luvas!
Cólera aviária (pasteurelose)
Doença de Gumboro

Galinha
Causada por um grupo de protozoários, chamados eimérias, ao penetrar na mucosa intestinal das aves, causa lesões que podem levar à morte. As galinhas e frangos caipiras ficam tristes, sonolentas, de asas caídas e com calafrios. Dependendo do tipo de eiméria, as fezes podem se apresentar sanguinolentas.

apresentam dispneia e cabeça arroxeada.
Recomenda-se a imunização de reprodutoras com vacinas inativadas para a transferência de anticorpos passivos para a progênie e Previne-se vacinando os pintinhos no primeiro dia.

tratar as lesões com tintura de iodo glicerinado e antibióticos em água de bebida para evitar infecções secundárias.


1.      Criptococose
Pombo

Causada pelo fungo Cryptococcus neoformans ou pelo Cryptococcus gattii.
Podem afetar pele, próstata, olhos, ossos, urinár sangue.

1.      Evitar alimentar os pombos;
2.      Diminuir a quantidade de água, alimento ou abrigo para os pombos;
3.      Os locais que acumulam as fezes das aves devem ser limpos com água e cloro;
4.      Se for necessário entrar em contato com as aves, utilizar luvas e máscaras protetoras;


Gato



Conjuntivite

Coelho
Inflamações nos olhos os deixam bem inchados e quase fechados. Alem disso, ficam cheios de um líquido amarelo e seroso, como se fosse uma remela contínua; ao escorrer, ele endurece rapidamente e fica grudado na pele.
Forte no interior do ouvido, inflamação e formação de uma secreção espessa, serosa e amarelada. Aos poucos vai engrossando cada vez mais e torna-se uma crosta, grudando na pele e fechando totalmente o ouvido do animal. Quando está em um estágio avançado, apresenta pus, sangue e mau cheiro.  A reação natural do bicho é coçar a região com as patas constantemente.  

Controlo bacteriológico periodicamente.

Eliminar os animais afectados.

Instalações, desinfectar uma vez por mês

Pediculose ou infestação
Cabrito
condições higiênicas do criatório.
  • Diminuição dos índices de parição.
  • Diminuição do crescimento dos animais.
  • Diminuição da produção de leite.
  • Aumento do número de mortes no rebanho.

os caprinos se tornam fracos, magros, com pêlos arrepiados, apresentando diarréia, edema submandibular (papada) e anemia.

Os piolhos podem ser controlados mediante pulverização ou banho dos animais com produtos à base de piretróides
(inseticidas de baixa toxicidade aos animais). Também pode ser utilizada uma calda a base de Melão-de-São-Caetano. prevenir as doenças, é necessário aplicar as técnicas de manejo sanitário de pequenos ruminantes.


Pneumonia Enzoótica
Porco
baixa de imunidade nos suídeos, tornando-os suscetíveis a outras doenças secundárias.

Tosse seca crónica e apatia

diarreia fétida, inapetência, vômitos, manchas azuladas na pele, esterilidade e abortos, leitões natimortos ou com crescimento comprometido, prostração e morte em um curto período (1 a 2 semanas).

Evitar a umidade e o sol muito forte.

os piquentes e parques de criação devem ser localizados em terras férteis e de boa inclinação para que as águas da chuva encontrem fácil escoamento;
- deve-se fornecer aos porcos água boa, abundante e de procedência conhecida;
- manter sempre limpa todas as dependências da criação;
- não introduzir animais de fora, sem prévia quarentena, de 20 dias no mínimo, em local isolado;
- adotar instalações e equipamentos, que permitam uma fácil e radical desinfecção, quando preciso;


Peru



Mastite

Cão
inflamação da glândula mamária.
O contágio acontece por meio do solo, utensílios, dejetos, água e outros locais contaminados que podem atingir a extremidade da úbere. Por isso, todo cuidado e manejo adequado são essenciais.

1.      Como prevenir doenças: dicas para se ter uma saúde melhor. ...
2.      Cuide da higiene. ...
3.      Pratique exercícios físicos. ...
4.      Mantenha uma alimentação saudável. ...
5.      Durma bem. ...
6.      Faça os exames de rotina regularmente. ...
7.      Tome as vacinas corretamente. ...
8.      Mantenha o corpo hidratado.


Papagaio



carbúnculo
Boi
A papeira é causada por deficiência de iodo no pasto consumido pela vacas.
Febre;

Tremedeira;

Claudicação acentuada;

Apatia;

Perda de apetite;

Pulso rápido;

Respiração pesada;

Inchaço dos músculos.
#1 Programe ações de bem-estar animal;

#2 Adapte fisicamente sua fazenda;

#3 Mantenha a vacinação do rebanho em dia;

#4 Forneça ao seu rebanho uma alimentação de qualidade;

#5 Instrua e capacite sua equipe.







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