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segunda-feira, 24 de junho de 2019

teorema de thevenin passo a passo

Introdução

Neste trabalho vai se falardo teorema de Thevenin, com ajuda das pesquisas e leituras, vai descrever a passagem e evolução do teorema descrevendo-o segundo os seus cientistas da época. De referir que também vai se falar do principio da superposição e do circuito equivalentes caracterizando-os de forma clara e objectiva.

Objectivos
Objectivo geral


Ø Conhecer o teorema de Thevenin
Objectivos específicos

Ø Descrever os cicuitos eletrictricos;

Ø Demostrar os procedimentos para o calculo do teorema.

Léon Charles Thévenin, nasceu no dia 30 de Marco de 1857 em Paris capital da Franca, e se graduou na École Polytechnique( Escola Politecnica) em Paris em 1876. Em 1878, integrou-se ao grupo de engenheiros telégrafo. Lá, ele inicialmente trabalhava no desenvolvimento de linhas de telégrafos subterrâneas de longa distância.

Nomeado professor e inspetor da École Superieure em 1882, Thévenin tornou-se cada vez mais interessado em problemas de medidas em circuitos elétricos. Como resultado do estudo das Leis de Kirchhoff e da lei de Ohm, ele desenvolveu seu famoso teorema, o Teorema de Thévenin, que torna possível calcular correntes em circuitos elétricos complexos. e morreu no dia 21 de Setembro1926

O teorema de Thevenin estabelece que qualquer circuito linear visto de um ponto, pode ser representado por uma fonte de tensão (igual à tensão do ponto em circuito aberto) em serie com uma impedância (igual a impedância do circuito vista deste ponto)

Impedância elétrica ou simplesmente impedância, é a oposição que um circuito elétrico faz à passagem de corrente quando é submetido a uma tensão.

Qualquer rede linear com fonte de tensão e resistências, pode ser transformada em uma Rth (resistência equvalente de Thevenin) em serie com uma Vth (tensão equivalente de Thevenin), considerando-se dois pontos.

Ilustração 1 Circuito equivalente de Thévenin

1-Procedimento para a obtenção do circuito equivalente de Thévenin, a partir do resistor R3.

Ø Considerando-se que R3 é uma carga qualquer, elimina-se o mesmo do circuito obtendo-se assim os pontos a e b;

Ø Coloca-se a fonte E em curto;

Ø Com a fonte em curto, calcula-se a resistência equivalente vista através dos

pontos a e b;

Ilustração 2 Circuito equivalente de Thévenin R3


Ø Elimina-se o curto da fonte, e calcula-se agora a tensão entre os pontos a e b, onde se observa tratar-se de um divisor de tensão.



Ilustração 3 Circuito equivalente de Thévenin R3

2-Procedimento para a obtenção do circuito equivalente de Thévenin, a partir do resistor R2.

2.1-Circuito equivalente de Thévenin a partir do resistor R2.

Ø O procedimento é idêntico ao anterior, só que agora eliminaremos o resistor R2;

Ø Calcula-se a resistência equivalente de Thévenin vista a partir dos pontos a e b;


Ilustração 4 Circuito equivalente de Thévenin a partir do resistor R2.

Ø Como anteriormente descrito, elimina-se o curto da fonte e calcula-se a tensão equivalente de Thévenin. Neste caso, Vth é a tensão nos extremos de R3, que será a mesma entre os pontos a e b.

Ilustração 5 Circuito equivalente de Thévenin a partir do resistor R2.

A resistencia de Theevenin deve ser igual ao quociente Rth = Vth/In.
3-PRINCÍPIO DA SUPERPOSIÇÃO

Para comprovar o princípio da superposição serão utilizadas as duas fontes de

alimentação disponível na explicação anterior.

• V1 – fonte de tensão

• V2 – fonte de tensão

• R1 _resistência

• R2 _resistência

• R3_ resistência

Ilustração 6 Circuito que estuda o princípio da superposição.

Podemos por exemplo?

Conclusão

O trabalho em estudo abordou assuntos relacionados com a Electrotecnia Geral, teve como foco o teorema Léon Charles Thévenin que diz quaqualquer circuito linear visto de um ponto, pode ser representado por uma fonte de tensão (igual à tensão do ponto em circuito aberto) em serie com uma impedância (igual a impedância do circuito vista deste ponto)

Depois de tanta pesquisa e leitura em obras literárias conclui-se que o Homem esta há anos a tentar explicar os fenómenos físicos que manifestam no dia dia.

Com as informações obtidas em pesquisas de internet e em PDF os grandes pensadores como: Kirchhoff e Ohm foram alguns cientistas, que com as suas leis deixaram o Thevenin mais curioso e inspirado em estudar os circuitos eléctricos, provando seus conhecimentos sábios acerca dos mesmos, e tornar este pensamento numa teoria sabia e credível a nível do mundo inteiro.

 Referências bibliográficas


DEAECTO Grace S. Prof., electricidade aplicada, UNIFESP Novembro 2012.

ZUIM, Edgar Prof. Electricidade básica.


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terça-feira, 24 de novembro de 2015

Ensinar Matemática em Línguas Moçambicanas

 Ensinar Matemática em Línguas Moçambicanas


Trabalho de Didáctica Bantu
Apresentado ao Departamento de Ensino a distancia Delegação da Maxixe para fins avaliativos


As primeiras quatro semanas de matemática na 1 classe devem ser usadas para aprendizagem de novo vocabulário de língua portuguesa, útil para aprendizagem de matemática. Este vocabulário inclui expressões como: muito; pouco; mais do que; menos do que; tanto como; etc. (INDE/MINED), 2003: 242). O desenvolvimento, do vocabulário e do seu significado e importante para o raciocínio matemático. Se o aluno não for capaz de entender e usar conveniente, não será fácil progredir na aprendizagem da matemática, porque lhe faltarão bases, não só para interpretar os anunciados dos problemas, mas também estruturar as operações aritméticas. A maioria das crianças começa a aprender uma segunda língua, o português, assim o domínio prevo do vocabulário básico e indisponível para o tratamento dos primeiros números naturais uma vez que em nenhuma língua materna não precisam de dedicar as primeiras semanas ao «vocabulário básico».
   Os números que se ensinam nas 1ª classes do ensino primário são cardinais, que indicam uma quantidade de coisas. As línguas principais no sul de Moçambique são: cicope e xichangana. Os cardinais nestas línguas são:

#
Português
Cicope
Xichangana
1
Um/uma
Cimweco
xin'we
2
Dois/duas
Simbidi
Simbirhi
3
Três
Siraru
Sinharhu
4
Quatro
Mune
Mune
5
Cinco
n'chanu
nthanu
6
Seis
n'chanu nicimweco
Nthamu ni xin'we
⁞
⁞
⁞
⁞
100
Mil
dikhulu
Khulu

A base principal para o sistema de nomes dos números copi e xichangana é  o numero dez podendo se contar de 10 em 10. Não é preciso explicar os nomes para 11, 12… 19 porque os nomes são compostos por nomes conhecidos. Em copi e xangana os numerais 20,30… 90 são também regulares sendo a irregularidade de 2 e 3 serem adjectivos e 4 e 5 substantivos, por exemplo: 20→ magumi mambidi (copi) E MAKUME MAMBIRHI (xangana).
   As regularidades dos numerais e copi e xichangana são típicas para todas as línguas moçambicanas de origem bantu contagem por dezenas, centenas e milhares.
   Alguns números são adjectivos (1, 2, 3). Os nomes para 4, 5, 10, 100 e 1000 são substantivos aos quais se acrescebnta um prefixo fermando o plural: uma coisa cimaha cimweco (copi); xilo xin’we (xichangana). Do ponto de vista matemático, no acto de contagem de objectos atribuímos a cada número ordinal, por isso, os números usados na contagem são considerados numerais cardinais. Contudo em geral usamos a contagem de objectos para determinar o número total dos objectos; o seu número cardinal (fuson 1988).
   Nas estratégias de contagem (calculo) basta conhecer os nomes dos números para ordem. Calculando 4+3 toma-se a primeira parcela por contagem.
   Existem estratégias de cálculo onde bao e preciso fazer contagem um a um. É nas estratégias de cálculo que a base auxiliar cinco pode jogar um papel importante logo quando os números ultrapassam 5. Exemplo 4+3=7

1-mostra 4 numa mao
2-uando mais um, cinco
3-cinco mais dois, sete

Nas línguas de base 10 que usam a base auxiliar cinco, temos um nome para cada numero de um ate nove. Há três explicações a serem dadas aos alunos do ensino bilingue, sobre a escrita dos numerais: a) na escrita usa-se apenas a base dez e não se usa a base auxiliar cinco.
b) Nos números de 2 ou mais algarismos, os que tem o seu valor de acordo com a sua posição.
c) Precisamos do símbolo (0) zero para as posições onde não há nada.
   Tanto na leitura cordinal como na leitura ordinal usa-se a mesma raiz “mbirhi”. Na maioria das línguas moçambicanas e construção gramatical do significado cardinal é como em xichangana.
   Ficou bem claro que a leitura habitual de 3×4 em copi ou xichangana tem  o significado de 3×4=3+3+3+3; 3×4= siraru hiwiyeleta ka mune em copi; 3×4= svinharu hiyandzisa himune em xichangana (orais ma e mucavele, 2010 a, 2010 b).
  Foram propostas as seguintes leituras alternativas para
•3×4: siraru awiyeleta mune em copi
•3×4 kanharhu hiyandzisa mune em xichangana
  Concluíram que são os numes que se multiplicaram entre si pelo que se deve evitar as expressões personalizadas de multiplicação são aprendidas e consolidadas na língua materna dos alunos do ensino bilingue.


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