EXAMES DA 12ª CLASSE 2015
EXAME FINAL DE INTRODUÇÃO A FILOSOFIA 1ª ÉPOCA 12ª CLASSE 2015.pdf
Trabalhos FEITOS
EXAMES DA 12ª CLASSE 2015
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A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe.(Jean Piaget)
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Breve Preâmbulo da obra
Este livrinho, como se disse no prefácio da edição russa, foi escrito em 1916 tendo em conta a censura tzarista. Actualmente é-me impossível refazer todo o texto, trabalho que, de resto, talvez fosse inútil, visto o principal objectivo do livro, hoje como ontem, consistir em mostrar, com a ajuda dos dados gerais, irrefutáveis, da estatística burguesa e das declarações dos homens de ciência burgueses de todos os países, um quadro de conjunto da economia mundial capitalista nas suas relações internacionais, nos princípios do século XX, em vésperas da primeira guerra imperialista mundial.
Até certo ponto será mesmo útil a muitos comunistas dos países capitalistas avançados persuadirem-se, com o exemplo deste livrinho, legal do ponto de vista da censura tzarista, de que é possível - e necessário - aproveitar mesmo os pequenos vestígios de legalidade que ainda lhes restam, por exemplo na América actual ou em França, depois das recentes prisões de quase todos os comunistas, para demonstrar toda a falsidade das concepções sociais-pacifistas e das suas esperanças numa - democracia mundial. Tentarei dar neste prefácio os complementos mais indispensáveis a este livro que em tempos passou pela censura.
A guerra de 1914-1918 foi, de ambos os lados, uma guerra imperialista (isto é, uma guerra de conquista, de pilhagem e de rapina), uma guerra pela partilha do mundo, pela divisão e redistribuição das colónias, das, esferas de influência, do capital financeiro, etc.
É que a prova do verdadeiro carácter social ou, melhor dizendo, do verdadeiro carácter de classe de uma guerra não se encontrará, naturalmente, na sua história diplomática, mas na
Análise da situação objectiva das classes dirigentes em todas as potências beligerantes. Para deflectir essa situação objectiva há que colher não exemplos e dados isolados (dada a infinita complexidade dos fenómenos da vida social, podem-se encontrar sempre os exemplos ou dados isolados que se queira susceptíveis de confirmar qualquer tese), mas sim, obrigatoriamente, todo o conjunto dos dados sobre os fundamentos da vida económica de todas as potências beligerantes e do mundo inteiro. (p.581)
A paz de Brest-Litovsk, ditada pela Alemanha monárquica, e depois a paz, muito mais brutal e infame, de Versalhes, ditada pelas repúblicas “democráticas” da América e da França e pela “livre” Inglaterra, prestaram um serviço extremamente útil à humanidade, desmascarando os coolies da pena a soldo do imperialismo do mesmo modo que os filisteus
Reaccionários que, embora dizendo-se pacifistas e socialistas, entoavam louvores ao “wilsonismo”e procuravam mostrarem que a paz e as reformas são possíveis sob o imperialismo.
Em Kautsky e em toda gente do seu género, tais concepções são precisamente a abjuração completa dos fundamentos revolucionário do marxismo que esse autor defendeu durante dezenas de anos, sobretudo, diga-se de passagem, em luta contra o oportunismo socialista (de Bernstein, Millerand, Hyndman, Gompers, etc.). Por isso não é obra do acaso que os “kautskistas” de todo o mundo se tenham unido hoje, no terreno da política prática, aos oportunistas extremos (através da II Internacional, ou Internacional. amarelo e aos governos burgueses (através dos governos de coligação burgueses com participação de socialistas).
Índice
Ficha
de Leitura sobre criacao do estado. 1
2. O Contrato para Thomas Hobbes. 3
3. O Contrato para John Locke. 4
4. O Contrato para Rousseau. 5
O ensaio tem o objetivo
de demonstrar os diferentes modos de intervenção estatal e as formas diversas
que sustentam a soberania do Estado de Sociedade e do Contrato Social de
Rousseau na medida em que o indivíduo passa a se organizar em sociedade.
Palavra-chave:
Contratualismo, Contrato Social, Pacto, Estado de Sociedade, Estado, Soberania,
povo.
O Contratualismo se
desenvolveu entre os séculos XVI e XVIII e passou a analisar o indivíduo em que
se encontrava deslocado de seu estado de natureza e inserido em uma sociedade
abalizada pelo surgimento do estado civil moderno. Em resumo, a referida escola
parte de um determinado momento em que não existe o Estado, situação na qual o
indivíduo vive em seu estado de natureza, utilizando-se de leis naturais para
reger sua conduta.
Por motivos diversos,
determinados indivíduos decidem se organizar e criar a instituição “Estado”,
que tem suas regras pactuadas através de um contrato, o chamado contrato
social, que segue determinadas características de acordo com o autor analisado.
Tal contrato institui o Estado Civil Moderno e as diferentes formas de
intervenção e soberania deste (administração estatal), assim como suas
consequências e mecanismos legitimadores ante os indivíduos.
No período temos três principais
autores que abordavam o tema de maneira acentuadamente diversa, seriam eles
Thomas Hobbes, John Locke e Jean-Jacques Rousseau, que tinham em comum a ideia
de estado de natureza e a formação do estado civil moderno de forma divergente,
sendo o objetivo do presente ensaio fazer uma explanação dos diferentes tipos
de abordagem.
Entre os autores
podemos notar de forma clara que a interferência estatal na sociedade,
principalmente no tocante do exercício da soberania, é um ponto essencial para
a compreensão de como Estado intervém na liberdade do indivíduo inserido dentro
de tal artificialidade, assim como sua expressão ideal e seus mecanismos
capazes de organizar a vida em sociedade, na medida em que os indivíduos passam
a se organizar ao longo do tempo fora de um estado natural, sendo considerado
impossível seu retorno, segundo Rousseau.
Dessa forma, procuro
demonstrar as diferenças e semelhanças no tocante do exercício da soberania
para cada autor e como isso impacta no âmbito da intervenção estatal na
sociedade e qual seria sua identidade em relação aos indivíduos desta quando
delimitamos até onde iria o poder do estado e como este se daria para cada um
dos autores.
Na visão de Thomas
Hobbes, como sugere a clássica passagem “O homem é o lobo do homem.”, o estado
de natureza no qual o homem vive é essencialmente composto por guerras e
disputas, uma vez que a para ele o homem tem o direito fundamental à vida e
para isso a de se valer de qualquer coisa para garanti-la, sendo “mal” por
natureza. Em outras palavras, o indivíduo vive em constante estado preventivo,
o que leva o mesmo a contínuas disputas e segundo ele “...a vida do homem é
solitária, miserável, sórdida, brutal e curta.”(Hobbes, 1651).



