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domingo, 6 de novembro de 2016

TRABALHO DE atletismo.

Índice


 

 

 

 

 

 

 

 

Introdução

No presente trabalho iremos falar sobre o atletismo. Especificamente mais sobre a corrida de velocidade onde podemos saber quais as fases de uma corrida de velocidade passos, como efectuar para que haja uma boa corrida de velocidade.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atletismo

O atletismo é um conjunto de esportes constituído por três modalidades: corrida, lançamentos e saltos. De modo geral, o atletismo é praticado em estádios, com excesão de algumas corridas de longa distância, praticadas em vias públicas ou no campo, como a maratona
O atletismo é a forma organizada mais antiga de competição. As primeiras reuniões organizadas da história foram os Jogos Olímpicos, que os gregos iniciaram no ano 776 a.C. Durante anos, o principal evento olímpico foi o pentatlo, que compreendia lançamentos de disco, salto em comprimento e corrida de obstáculos

Corrida de Velocidade

As corridas de velocidade incluem distâncias curtas (100m, 200m ou 400m) e o objectivo de todas elas é, partindo de uma posição agachada nos blocos de partida, percorrer a distância definida o mais rapidamente possível.
Estas corridas são constituídas por quatro fases fundamentais: partida, aquisição de velocidade, manutenção de velocidade e perda de velocidade.

Partida

Na partida, por sua vez, podemos distinguir quatro momentos diferentes, que estão associados aos comandos do juiz de partida: aos seus lugares, pronto, a reacção ao sinal sonoro e a aceleração. Para que a partida seja eficaz, é necessário ajustar a posição dos blocos de partida.
Esta depende das capacidades e da estatura de cada atleta. No entanto, podemos utilizar como referência para os nossos alunos as seguintes indicações: o bloco da frente deve ser colocado a dois pés da linha de partida e o bloco da retaguarda é colocado a um pé e meio do bloco da frente.

Aquisição de velocidade

Na aquisição de velocidade, os primeiros apoios são muito próximos uns dos outros e a amplitude de passada vai aumentando progressivamente. Nesta fase, a velocidade de aceleração assume um papel predominante e as características individuais, como o potencial muscular e a coordenação, irão condicionar a capacidade de aceleração de cada um.

Manutenção de velocidade

A fase da manutenção da velocidade exige uma boa coordenação entre a acção dos membros inferiores e superiores. Aqui, a capacidade mais solicitada é a velocidade máxima.


Perda de velocidade

A perda de velocidade ocorre em todas as corridas de velocidade, no entanto, é mais notória numa corrida de 400 m do que numa de 100 m. A capacidade solicitada é a velocidade de resistência de cada indivíduo.

As distâncias da corrida de velocidade


Há quatro distâncias nesta actividade. Os 60 metros, que normalmente é praticado em pistas fechadas e por velocistas que possuem muita velocidade, mas não necessariamente regularidade. Os 100 metros definem seus atletas como as pessoas mais rápidas do mundo e exigem que atinjam o máximo da velocidade e sejam capazes de mantê-la durante a prova.
Isso demanda uma força muscular muito grande, além de técnica. Todas as exigências da prova de 100 metros também são encontradas nas de 200 metros, somando à habilidade de gerências as forças centrífugas provocadas durante as curvas.
É preciso força para uma boa largada e resistência para completar a prova. Os 400 metros são classificados como a actividade mais cansativa deste exporte.
É preciso analisar os passos, já que após 30 segundos de corrida no limite físico máximo, o ácido láctico passa a agir nos músculos, fazendo com que fique cada vez mais difícil manter velocidade.

Técnicas e regras da corrida


O conhecimento das técnicas de qualquer especialidade ajuda a melhorar nosso desempenho e obter maior proveito da actividade à qual nos dedicamos. Como você já deve ter observado, isso se aplica também aos exportes. Por isso, vamos estudar as técnicas da corrida em fases, para podermos utilizá-las durante a prática.






 


As técnicas da corrida são três:


Partida: momento em que o atleta procura ganhar impulso para chegar mais rapidamente a sua melhor velocidade;

Percurso: momento em que o atleta procura manter a sua velocidade;

Chegada: momento em que o atleta cruza a linha de chegada.


Partida

Antigamente, em todas as corridas a saída era feita em pé. Entretanto, as provas de velocidade evoluíram para posições com  maior flexão de pernas e tronco, originando a saída baixa.

O corredor coloca-se  na posição de partida quando o árbitro fala "às suas marcas". Estica um pouco mais as pernas levantando o tronco para frente, quando o árbitro fala "pronto". Deve manter-se imóvel e o peso do corpo passa a ser suportado mais pelas mãos. Quando o árbitro dá o tiro de largada, o atleta estende o bruscamente as duas pernas usando-as como apoio e  projeta todo o seu corpo para frente.

Percurso

Logo após a partida, ao iniciar o percurso, o corredor aumenta gradativamente a suas passadas. Assim, atinge o máximo de sua velocidade. O corredor, então, preocupa-se em manter essa velocidade com amplos movimentos dos braços.

Será desclassificado o atleta que invadir a baliza do lado ou prejudicar de alguma forma o adversário.

Chegada

Na chegada o atleta deve lançar o peito para a frente, procurando ultrapassar a linha de chegada.

Não se deve saltar para alcançar a linha final, pois pode-se perder tempo no impulso e também machucar-se.




Campo de atletismo


 















Conclusão


concluimos que O atletismo é um conjunto de esportes constituído por três modalidades: corrida, lançamentos e saltos. Falamos especialmete da coridada de volcidade esta que e feita em maraton, incluem distanncias curtas e objectivos de todas elas, partindo de uma posicao agachada de partida para a outra. A corida de velocidade como desporto e recomendado praticar para melhorar a nossa saude.





















TRABALHO DE ED FISICA: Maria de Lurdes Mutola



 
Indice


 

















Introdução


O presente trabalha falanos sobre a vida e obra da atleta moçambicana, campeã dos800m nos Jogos Olímpicos de Sydney em 2000, Maria de Lurdes Mutola. Onde resumidamente iremos apontar alguns feitos importantes da heroína Maria de Lurdes Mutola. Como por exemplo destacar que ela foi Campeã Mundial dos 800 metros (2003).






















Biografia de Maria de Lurdes Mutola


Maria de Lurdes Mutola (Maputo, 27 de Outubro de 1972) é uma atleta moçambicana, campeã dos800m nos Jogos Olímpicos de Sydney em 2000.[1]
Mutola detém o recorde do Mundo dos 1000 metros em pista coberta e em pista aberta, recorde africano dos 1000 metros em pista aberta e o recorde africano dos 800 metros em pista aberta.
Maria de Lurdes Mutola nasceu no bairro de Chamanculo da cidade de Maputo e desde criança foi ligada nos esportes.
Não tendo sido a sua participação aceita no campeonato de futebol de juniores masculinos, com 14 anos inicia-se no atletismo. Filha de pai operário dos serviços portuários e caminhos de ferro e mãe doméstica, Maria de Lurdes Mutola é de família humilde.
Em 1988, beneficia da bolsa de solidariedade olímpica para os países do terceiro mundo e passa a residir no estado do Oregon, Estados Unidos, onde frequenta e conclui o Liceu. Desde então, não parou de correr e já venceu uma centena de provas internacionais, colocando-se entre os maiores do atletismo internacional.
Maria de Lurdes Mutola  detém o recorde mundial dos 1000 metros em pista coberta e em pista aberta, recorde Africano dos 1000 metros em pista aberta, recorde Africano dos 800 metros em pista aberta. Em 1995 consagra-se vencedora do Grande Prémio da IAAF - Federação Internacional de Atletismo Amador.
Foi três vezes campeã africana (uma das quais em 1500 metros), e duas vezes no campeonato dosJogos Pan-Africanos.
A menina que queria ser futebolista tornou-se campeã de atletismo e a primeira moçambicana a ganhar uma medalha de ouro para Moçambique.
Em 2000 foi eleita para tomar parte na Comissão de Atletas do Comité Olímpico Internacional, posição que ocupa até hoje.
Maria de Lurdes Mutola é detentora de todos os recordes de Moçambique para as suas categorias.

Campeã Mundial dos 800 metros (2003)


• Campeã Mundial dos 800 metros - Edmonton/ Canadá - Pista Aberta • Campeã Mundial dos 800 metros - Lisboa/ Portugal - Pista Coberta • Vencedora do Meeting do Mónaco/ Espanha - 800 metros pista • Vencedora do Meeting de Zurique/ Suíça - 800 metros pista • Vencedora do meeting de Paris/ França - 1000 metros pista aberta • Vencedora do Meeting de Nova Iorque/ USA - 800 metros • Vencedora do Meeting de Eugen/ USA - 800 metros • 2ª


Títulos conquistados por Maria de Lurdes Mutola



em 2003 • campeã mundial dos 800 metros - edmonton/ canadá - pista aberta
• Campeã mundial dos 800 metros - Lisboa/ Portugal - pista coberta
 • Vencedora do meeting de Mónaco/ espanha - 800 metros pista
• Vencedora do meeting de zurich/ suiça - 800 metros pista
• Vencedora do meeting de parís/ frança - 1000 metros pista aberta
• Vencedora do meeting de nova york/ usa - 800 metros
• Vencedora do meeting de eugen/ usa - 800 metros
• 2ª Classificada no meeting de oslo/ norwega - 800 metros
• 2ª Classificada no meeting de paris/ frança - 800 metros
em 2000
• Campeã olímpica dos 800 metros - sydney/ austrália - 800 metros • vencedora do meeting de bruxelas/ belgica - 800 metros.

Maria de Lurdes Mutola é um exemplo holístico da vantagem de oportunidades dadas aos jovens. Ela se tornou uma das melhores atletas do mundo, aproximando a sua meta, com objectivos diferentes. Educação, desporto, cultura e espírito empresarial sempre foram e estão sempre presentes em sua vida.

Ela foi dada a oportunidade de desenvolver seu potencial; este é o desafio que a Fundação faz aos seus beneficiários e parceiros. Essencialmente trata-se de importantes áreas temáticas que afectaram a vida de Maria e que são as áreas estratégicas que implementa a Fundação para o benefício de jovens e crianças em Moçambique.



Conclusão


No presente trabalho investigamos a biografia de Maria de Lurdes Mutola, Campeã Mundial dos 800 metros (2003), ela Foi fundada em 2001 em Maputo, Moçambique. Trabalha com desporto para desenvolvimento em Moçambique ao nível nacional. Projecto actual: Futebol dá força - apoderamento da rapariga através do futebol.






















Biografia


Fundação Lurdes Mutola , Desporto, educação e Cultura.
Https://WWW.pt.wikipedia.org/wiki/Maria_de_Lurdes_Mutola#T.C3


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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Trabalho de filosofia conceito e objecto da lógica,

Índice
















Introdução


O presente trabalho e sobre conceito e objecto da lógica, mas concretamente Conceito e objecto da lógica, Objecto da lógica, Lógica espontânea e lógica como ciência, A linguagem como profundamente da condição humana, A linguagem como profundamente da condição humana, A linguagem e comunicação, o Modelo de explicação de Roman Jakobson, Descrição das funções da linguagem, segundo Roman Jakobson. São objectivos deste trabalho o estudo do pensamento, assim como as leis e regras que o controlam, para que esse pensamento seja coreto.  




















Conceito e objecto da lógica

A lógica tem varias definições a saber:
·         E a ciência das formas validas do pensamento;
·          É o estudo sistemático das formas ou procedimentos com os quais a razão elabora o saber;
·          A ciência das operações da inteligência, orientadas para a conquista da verdade;
·         A arte que orienta todo o acto racional, de uma maneira ordenada e isenta do erro
·         Há uma que é mais abrangente definido a lógica como a ciência que estuda as regras das operações validas e os processos utilizados pelas várias ciências em busca da verdade. A lógica é a ciência que estuda as condições do pensamento que procura alcançar a verdade.

 

Objecto da lógica

A lógica é a ciência das condições do pensamento correcto e do pensamento verdadeiro.
 Esta definição conduz-nos a ligação de que há um duplo objecto de estudo da lógica, nomeadamente; objecto formal e objecto material.
No objecto formal, a lógica procura-se com a análise da relação dos elementos envolvidos no enunciado, Se estes são correntes então tem nenhuma contradição interna.
No objecto material, analisa não se a coerência de enunciado mas também a sua concordaria como realidade.

Lógica espontânea e lógica como ciência

A lógica espontânea se apresenta como a ciência que analisa as regras de produção de um raciocínio valido, não quer dizer que todo aquele que não teve tal instrução não  é capaz de elaborar enunciados lógicos
A inteligência humana impõe que se ordenam os pensamentos e que estes tenham uma concatenação entre si. Esta concatenação é a que se chama lógica e por ser co-natural ao Homem adjectiva-se por espontânea.
·         A lógica espontânea é a ordem que a razão humana segue naturalmente nos seus processos de carecer e nomear as coisas
·         A lógica como ciência – aparece a partir do momento em que o Homem toma os seus processos cognitivos como objectivo de estudo.


A linguagem como profundamente da condição humana

F. Savates , na sua obra ética para um jovem (Lisboa, Ed. Presença, 1993. P53) defende que a linguagem humana é a base de toda a cultura e, consequentemente, o fundamento
Da lógica primeira função referencial ou informativa nos permite apresentar ou descrever factos, estados ou relações entre as coisas; os seus enunciados frases ou expressos são susceptíveis de serem verdadeiros ou falsos, conforme o seu conteúdo e adequação a realidade
A segunda função da linguagem fumeu persuasiva ou apelativa permite-nos combinar enunciados, frases ou proposição e estruturas os respectivos argumentos justificativos ou comprovativos, os quais são seus conceptíveis de serem validos ou inválidos ou seja sobre se são ou no coerente entre si o trabalho da lógica e precisamente a de averiguar a validade e invalidade dos discursos.
No objecto material, analisa não se a coerência de enunciado mas também a sua concordaria cama realidade.

 

A linguagem como profundamente da condição humana

F. Savates , na sua obra ética para um jovem (Lisboa, Ed. Presença, 1993. P53) defende que a linguagem humana é a base de toda a cultura e, consequentemente, o fundamentada da humanidade. O ser humano, quando nasce, nasce como uma realidade biológica e, de sobremaneira, cultural, uma realidade alerta; nasce dotado de um potencial genético que lhe permite aprender a linguagem para responder a necessidade humana da comunicação. O choro, risos, que são os outros seres humanos.

 

A linguagem e comunicação

Os homens aprendem a linguagem para – através da linguagem e esta particularidade em forma de fala oral ou escrita ou gestual exprimir os seus pensamentos isto, e comunicação.
A comunicação podia ser entendido apenas como processo de transmissão e recepção de mensagens simples ou complexos no meio oral, escrito ou gestual.
São conhecidos vários modelos de aplicação do fenómeno da comunicação, dentre eles os Shanon (engenheiro de telecomunicações), Hasswell (especialista em ciências politicas) e W.weave (filosofo da comunicação)



Modelo de explicação de Roman Jakobson


·         Roman Jakobson (1896-1982) linguista americano de origem Russa, propôs um modelo de comunicação, que marcou uma época e que continua a ser estudada ate hoje.
·         Factores da comunicação apenas o emissor, mensagem e receptor este linguista acrescentou três elementos com a mesma importância que aqueles outros
·         Código (a comunicação acorre sempre dentro de uma determinado contexto ou situação)
·          Código (a comunicação usa um determinado código, isto e conjunto de sinais praticados entre os interlocutores)
·         Contacto (no acto da comunicação, o emissor e receptor estabelecem um contacto entre si)

 

Descrição das funções da linguagem, segundo Roman Jakobson:

Função referencial ou informativa – esta centrada no contexto. o emissor (locutor) centra a sua mensagem de forma predominante no contexto ( ou referente).
Este tipo de discurso e caracterizado pela objectividade, neutralidade e imparcialidade, visto que o emissor pretende transmitir sempre informações. Ex: noticias, jornalísticas, as informações técnicas e cientificas etc.
- Função expressiva (ou emotiva) -Esta encontrada no emissor a atitude do emissor ( locuta perante a referente (objecto) produzindo uma apreciação subjectiva.
A tonalidade da voz do emissor e constante, ora sobe, ora baixa ora e fina e moderna.
- Função persuasiva (apelativa ou imperativa ou comutativa ou imperativa ou comativa – esta centrada no destinatário ou receptor trata-se de um tipo de discurso em que o emissor, locutor procura influenciar, reduzir, convencer ou mandar no receptor,   provocando nele uma dada reacção

 Função estica (ou poética) esta centrada na mensagem. - Os emissores, por mesma mostra-se sempre emperrando em embelezar e melhorar as suas mensagens. Ex: directos e práticos deste tipo de discurso são a poesia, algumas publicidades e obras de arte.


Função fáctica -Esta entrada no contacto ou seja no canal os interruptores procuram assegurar, estabelecer, prolongar ou  interromper a comunicação ou verificar se o meio usado funciona.

Função meta-linguística -Esta centrada no código os interlocutores procuram definir ou classificar os sentidos dos signos para que sejam comprometidos entre si.
Comunicação imposta ainda dizer que um discurso ou enunciado não corresponde a uma única função.

As funções  de linguagem aparecem combinadas, isto e podemos em encontrar duas funções
Ex: quando uma empregada domestica diz a sua patroa «Senhora acabou o açúcar » ela esta por um lado a informar a sua senhora.

- Funções referencial (ou informativa) e persuasiva (apelativa ou argumentativa) são de peculiar importância no estudo

Da lógica a primeira função referencial ou informativa – nos permite representar ou descrever factos, estudos ou relações entre as coisas; os seus enunciados frases ou expressões caso susceptíveis de serem verdadeiros ou falsos, (conforme o seu conteúdo e adequação a realidade a segunda função da linguagem função persuasiva ou apelativa permite-nos combinar enunciados, frases ou proposição e estrutura o respectivo argumento judicativos ou comprovativos ou seja saber se são ou no coerentes entre si.
O trabalho da lógica e é precisamente discursos.













 

 

Conclusão


No presente trabalho abordei os seguintes assuntos: Conceito e objecto da lógica, Objecto da lógica, Lógica espontânea e lógica como ciência, A linguagem como profundamente da condição humana e mais. Este trabalho foi muito importante para mi no conhecimento, na compressão e o aprofundamento da lógica, pois permitiu - me ficara conhecer melhor compreender o estudo da lógica lógica.





















Biografia

UNIDADE 4
Myer, M, lógica, linguagem e Argumentação, Lisboa, Ed , teorema 1992

Mora, J.F, Dicionário de filosofia Lisboa publicações Dom Duixot

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