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sábado, 24 de julho de 2021

Aterro Sanitario: água pluvial, captação de águas pluviais, sustentabilidade.

Índice

1.Abreviaturas. 1

1.1.Introdução. 2

1.2.Resumo. 3

1.3.Problema e Justificativa. 4

1.4.Objectivos. 5

1.4.1.Objectivo geral 5

1.4.2.Objectivos específicos. 5

2.Águas pluviais e o seu aproveitamento. 6

2.1.Vantagens e desvantagens do aproveitamento das águas pluviais. 6

2.2.Áreas a aproveitar água pluvial 7

3.Aproveitamento de água pluvial e controle de enchentes. 8

3.1.Sistemas de drenagem urbana. 8

3.2.Técnicas de implantação de sistemas de drenagem.. 9

3.2.1.Reservatórios para controle de cheias. 10

3.2.2.Sistema de colecta da água da chuva. 12

4.Considerações finais. 15

5.Discussão e resultados esperados. 15

6.Referências bibliográficas. 16

 

1.Abreviaturas

LID-Low Impact Development

SUDS-Sustainable Urban Design System

WSUD-Water Sensitive Urban Design

BMP-Best Management Practices

IMP-Integrated Management Practices

 

 

1.1.Resumo

Esteartigo levanta questões relacionadas ao aproveitamento de águas pluviais para o uso doméstico em que a potabilidade não seja extremamente exigente, esperando consciencializar a população sobre práticas que visam o reaproveitamento de água. Desse modo, a pesquisa desenvolve mecanismos apresentando possíveis soluções para a escassez da água em simultâneo o  controle das enchentes nas zonas urbanas.

Palavras chave: água pluvial, captação de águas pluviais, sustentabilidade.

 

1.2.Introdução

O artigo desenvolvido neste trabalho tem como finalidade propor práticas sustentáveis de aproveitamento de águas pluviais com vista a redução de escassez e controlo de enchentes em centros urbanos, e a metodologia desse artigo baseia-se em uma pesquisa bibliográfica, incidindo em consulta de publicações de autores ligados a área de estudo.

Através dessa consulta bibliográfica, foi possível colher conhecimento sobre o ponto de situação sobre a problemática de falta de água e possíveis soluções se baseando na água pluvial, através de estudos previamente publicados. Esperáramos contribuir no desenvolvimento desta área de estudo e que de alguma forma desperte o interesse na conservação e aproveitamento de água.

 

1.3.Problema e Justificativa

A água é um recurso essencial à vida e a sobrevivência dos seres vivos podendo ser abundante em algumas regiões do planeta, mas, em outras, chegando a ser quase inexistente.

Segundo (WHO, 2006 apud Hagemann) citado por Oliveira et al, apesar de o Planeta Terra possuir a maior parte de sua superfície coberta por água, quando se fala em água disponível para o consumo humano os dados são alarmantes. Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 97,5% da água no planeta é salgada e a água doce corresponde a 2,5%.

Aproximadamente 70% da água doce está nas calotes polares e 30% está presente nos continentes. No entanto, menos que 1% da água dos continentes está directamente acessível ao uso humano, o que corresponde a 0,007% do total de água na terra. Além disso, grande parte da água disponível em fontes superficiais encontra-se com sua qualidade deteriorada. (HAGEMANN, 2009 citado por Oliveira et al).

Vários países já enfrentam o problema da falta de água. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO, 2008 apud Hagemann)citado por Oliveira et al, o consumo de água tem crescido mais que duas vezes a taxa de crescimento da população no último século. A previsão para o ano de 2025 é que cerca de 1,8 bilhões de pessoas viverão em países ou regiões com absoluta escassez de água e dois terços da população mundial enfrentará dificuldades relacionadas à disponibilidade desse recurso.

Moçambique não é um País que sofre menos pela escassez da água, desse modo medidas urgentes que visam o aproveitamento ao máximo de águas pluviais como alternativa para combater esse fenómeno são enseciais. Por essa razão, espera-se que este artigo contribua para disseminação de práticas de conservação com vista a redução de escassez de água, usando tecnologias acessíveis para o efeito.

Ho: O aproeitamento de águas fluviais traz melhorias no combate a enchentes e escassez de água em centros urbanos.

Ha: O aproeitamento de águas fluviais não traz melhorias no combate a enchentes e escassez de água em centros urbanos.

 

1.4.Objectivos

1.4.1.Objectivo geral

O objectivo geral desse trabalho é descrever os diferentes métodos de captação de água pluvial não potável para fins de uso doméstico, procurando um enquadramento nas condições nacionais (no clima, viabilidade económica, topográfica e ambiental), contribuindo na redução de danos pelo excesso e carência deste líquido.

1.4.2.Objectivos específicos

·         Analisar o estado actual de aproveitamento de água pluvial em Moçambique;

·         Identificar métodos de captação mais comuns usados no País e no mundo e o seu desempenho no processo de colecta da água

·         Descrever as vantagens e desvantagens do aproveitamento de água pluvial não potável em uso doméstico

 

 

 VEJA O TRABALHO COMPLETO AQUI

 

6.Referências bibliográficas

Oliveira,  Christmann S.; Pierezan J.  APROVEITAMENTO, CAPTAÇÃO E (RE) USO DAS ÁGUAS PLUVIAIS NA ARQUITETURA, 2014.

CohimE.;Garcia A. & Asher Kiperstok. CAPTAÇÃO E APROVEITAMENTO DE ÁGUA DE CHUVA:dimensionamento de reservatórios.

Mamede B., Santos L.; AUTOMAÇÃO EM DRENAGEM PLUVIAL E CONTROLE DE ENCHENTES: APROVEITAMENTO DAS ÁGUAS NOS GRANDES CENTROS URBANOS, 2013.

Tomaz, P. (2003). Aproveitamento de água de chuva para áreas urbanas e fins não potáveis. SãoPaulo. NavegarEditora.

HAGEMANN, Sabrina E. Avaliação da qualidade da água da chuva e da viabilidade de suacaptação e uso. 2009. Disponívelem< http://w3.ufsm.br/ppgec/wp-content/uploads/Sabrina_Elicker_Hagemann_Disserta%C3%A7%C3%A3o_de_Mestrado.pdf >.

 

 

quinta-feira, 17 de junho de 2021

Evolução histórica e semântica do termo literatura

Textos literários: o texto narrativo

Evolução histórica e semântica do termo «literatura». 4

Oratura vs. literatura

Textos literários: o texto narrativo

 Textos literários: o texto narrativo As primeiras produções literárias tiveram origem na oralidade. A literatura oral é denominada oratura. São vários os géneros da oratura, nomeadamente contos, fábulas, mitos, lendas, histórias enigmáticas, poesias, provérbios, ditados, anedotas e adivinhas, entre outros. Com a invenção da escrita, muitas produções literárias orais passaram à escrita.

Trazemos-te, nesta unidade didáctica, o estudo da literatura a partir das suas formas orais. É importante também ficares a conhecer a evolução etimológica do termo «literatura».

Evolução histórica e semântica do termo «literatura»

O termo literatura deriva historica- mente, por via erudita, da palavra latina litteratura.

Na língua portuguesa, encontramos documentado o termo literatura, pela primeira vez, num texto datado de 21 de Março de 1510.

O termo complexo literatura signifi- cou o saber relativo à arte de escrever e ler, gramática, instrução e erudição. Nas diversas línguas europeias, até ao século XVII, o conteúdo semântico de 01 literatura dizia respeito ao saber e à ciência, em geral.

Na segunda metade do século XVII, o conceito literatura apresenta uma profunda evolução semântica, em estreita conexão com as transformações da cultura europeia nesse período histórico. Subsistem no seu uso, por força da tradição linguística e cultural, os significados já mencionados, mas manifestam-se também, em correlação com aquelas transformações, novos conteúdos semânticos, que divergem dos anteriormente vigentes e que divergem também entre si.

O conhecimento representado pela literatura, quando diz respeito a objectos caracterizados pela beleza, como a poesia, a eloquência, «a história bem escrita», toma o nome de belle littérature, não cabendo tal como designação, porém, à simples crítica nem à cronologia, já que tais actividades, bem como os escritos dela resul- tantes, carecem de beleza. Se a denominação de belle littérature implica, por conseguinte, a existência de valores estéticos, a simples denominação de literatura implica a relação com as letras, com a arte de expressão através da linguagem verbal e, por isso mesmo, Voltaire não considera como pertencentes à literatura aquelas obras que se ocupam da pintura, da arquitectura ou da música.

Num texto de Diderot, escrito em 1751, a literatura é consi- derada uma arte e também um conjunto de manifestações dessa arte, isto é, um conjunto de textos que se singularizam pela presença de determinados valores estéticos.

Este texto de Diderot docu- menta, pois, dois novos e importantes significados com que o termo literatura será cres- centemente utilizado a partir da segunda metade do século XVIII: especifico fenómeno estético, específica forma de produção, de expressão e de comunicação artistica

O termo literatura passou a significar também o conjunto da produção literária de um determinado país, tornando-se óbvias as implicações filosófico-políticas do conceito literatura nacional: cada país possuiria uma literatura com carac- 45 terísticas próprias, uma literatura que seria expressão do espírito nacional e que constituiria, por conseguinte, um dos factores relevantes a ter em conta para se caracterizar a natureza peculiar de cada nação, Designações como literatura alemã, literatura francesa, italiana, etc., foram-se tornando de uso frequente a partir das últimas três décadas do século XVIII.

Oratura vs. literatura

A literatura sob a forma escrita tem base oral. Isto significa que as primeiras mani- festações artísticas surgiram por via oral, pois a oralidade é mais antiga e o Homem sempre teve necessidade de exprimir sentimentos.relatar eventos e retratar realidades através da arte (cantos, poesia, dramas e histórias orais).

O meio de transmissão oral é menos seguro do que o meio escrito. A literatura oral (ou, simplesmente, oratura) varia à medida que passa de um transmissor para outro. Como diz o ditado: «Quem conta um conto, acrescenta um ponto.» O contador de histórias orais é criativo, pois, muitas vezes, recria a história que ouviu, adequan- do-a à realidade que o envolve. Contudo, isso não implica a perda da essência do que conta. As adaptações nas produções orais não acontecem só pelo simples interesse recreativo ou contextual; também são, muitas vezes, condicionadas pelo esqueci- mento. Por outras palavras, a falha da memória, isto é, o esquecimento da história pelo contador, obriga-o a inventar certas passagens.

Os géneros da oratura são guardados na memória das pessoas e transmitidos de geração em geração. A literatura escrita é fixa, imutável, quando não for viciada. O código escrito asse- gura a integridade textual, não permitindo recriação por parte do leitor. Contudo, a oratura é mais viva. Tal vivacidade é legada pelo narrador, através da entoação da Voz, dos gestos e das expressões faciais.

A escrita procura traduzir as expressões acentuadas do discurso oral através da pontuação [exclamação (!);reticências (...); interjeições (Ah!, Ui!);mudança tipográfica (O patrão disse: - SAI!); onomatopeias (zzzz., booom...)] e de outros recursos.

Em síntese:

 

Literatura oral

Literatura escrita

Composição

Na memoria

No papel

Transmissão

Oral (de uma pessoa a outra)

escrita ( papel ao leitor)

Autor

Desconhecido

Identificado

codigo

Misto (palavras, gestos, imagens…)

Verbal (escrita)

conteudo

sujeito a mudancas

Inalteravel; fixo

 

A literatura oral é anterior à escrita. Assume-se como um património cultural, na medida em que é transmissora de conhecimentos, ensinamentos e valores. Está sujeita a alterações (a memória do contador ou o local/situação em que é realizada são motivos que a isso conduzem). Ultrapassa o problema do analfabetismo, pois pode ser consu- mida por todos. Surge-nos em forma de contos, fábulas, provérbios, adivinhas.

 

quarta-feira, 2 de junho de 2021

ESTADO

 

Índice

Ficha de Leitura sobre criacao do estado. 1

1.  Introdução. 2

2.  O Contrato para Thomas Hobbes. 3

3.  O Contrato para John Locke. 4

4.  O Contrato para Rousseau. 5

5.   Conclusão. 7

Bibliografia. 8

 

 

Ficha de Leitura sobre criacao do estado

O ensaio tem o objetivo de demonstrar os diferentes modos de intervenção estatal e as formas diversas que sustentam a soberania do Estado de Sociedade e do Contrato Social de Rousseau na medida em que o indivíduo passa a se organizar em sociedade.

Palavra-chave: Contratualismo, Contrato Social, Pacto, Estado de Sociedade, Estado, Soberania, povo.

1.  Introdução

O Contratualismo se desenvolveu entre os séculos XVI e XVIII e passou a analisar o indivíduo em que se encontrava deslocado de seu estado de natureza e inserido em uma sociedade abalizada pelo surgimento do estado civil moderno. Em resumo, a referida escola parte de um determinado momento em que não existe o Estado, situação na qual o indivíduo vive em seu estado de natureza, utilizando-se de leis naturais para reger sua conduta.

Por motivos diversos, determinados indivíduos decidem se organizar e criar a instituição “Estado”, que tem suas regras pactuadas através de um contrato, o chamado contrato social, que segue determinadas características de acordo com o autor analisado. Tal contrato institui o Estado Civil Moderno e as diferentes formas de intervenção e soberania deste (administração estatal), assim como suas consequências e mecanismos legitimadores ante os indivíduos.

 

No período temos três principais autores que abordavam o tema de maneira acentuadamente diversa, seriam eles Thomas Hobbes, John Locke e Jean-Jacques Rousseau, que tinham em comum a ideia de estado de natureza e a formação do estado civil moderno de forma divergente, sendo o objetivo do presente ensaio fazer uma explanação dos diferentes tipos de abordagem.

 

Entre os autores podemos notar de forma clara que a interferência estatal na sociedade, principalmente no tocante do exercício da soberania, é um ponto essencial para a compreensão de como Estado intervém na liberdade do indivíduo inserido dentro de tal artificialidade, assim como sua expressão ideal e seus mecanismos capazes de organizar a vida em sociedade, na medida em que os indivíduos passam a se organizar ao longo do tempo fora de um estado natural, sendo considerado impossível seu retorno, segundo Rousseau.

Dessa forma, procuro demonstrar as diferenças e semelhanças no tocante do exercício da soberania para cada autor e como isso impacta no âmbito da intervenção estatal na sociedade e qual seria sua identidade em relação aos indivíduos desta quando delimitamos até onde iria o poder do estado e como este se daria para cada um dos autores.

2.  O Contrato para Thomas Hobbes

 

Na visão de Thomas Hobbes, como sugere a clássica passagem “O homem é o lobo do homem.”, o estado de natureza no qual o homem vive é essencialmente composto por guerras e disputas, uma vez que a para ele o homem tem o direito fundamental à vida e para isso a de se valer de qualquer coisa para garanti-la, sendo “mal” por natureza. Em outras palavras, o indivíduo vive em constante estado preventivo, o que leva o mesmo a contínuas disputas e segundo ele “...a vida do homem é solitária, miserável, sórdida, brutal e curta.”(Hobbes, 1651).

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quinta-feira, 20 de maio de 2021

Projecto de produção de Algodão

Projecto de produção de Algodão

1.INTRODUҪÃO

O algodão (Gossypium hirsutum L) provem de uma planta denominada algodoeiro. Conforme a variedade pode ser uma arvore ou um arbusto, com folhas alternadas e que dão flores amarelas ou vermelhas. (Jonasse Tuia 2010)

O algodoeiro pertence ao grupo de plantas dicotiledóneas, família Malvaceae e tem como nome científico, Gossypium hirsutun L. À raça Latifolium Hutch, pertence o algodoeiro “herbáceo” e à raça Marie Galante Hutch, pertence o algodão “arbóreo”. O algodão é uma planta erecta, anual, dotada de raiz principal cónica, pivotante, profunda e com pequeno número de raízes secundários grossas e superficiais. (Jonasse Tuia 2010)

As folhas são pecioladas, geralmente cordiformes, de consistência coriácea ou não e inteiras ou recortadas (3 a 9 lóbulos). As flores são hermafroditas, axilares, isoladas ou não, cor creme nas recém-abertas (que passa de rósea e purpúreo) com ou sem mancha purpúrea na base interna. Elas se abrem a cada 3-6 dias entre 1-10 horas da manhã. Os frutos são cápsulas de deiscência (abertura) longitudinal, com 3 a 5 lojas cada uma encerrando 6 a 10 sementes. (Jonasse Tuia 2010)  

As sementes são revestidas de pêlos mais ou menos longos, de cor variável (creme, branco, avermelhado, azul ou verde) que são fibras (os de maior comprimento) e linter (os de menor comprimento e não são retirados pela máquina beneficiadora – o Mocó não mostra linter). (Jonasse Tuia)

1.1.Origem e expansão do algodoeiro

Não se sabe ao certo quando é a planta do algodão começou a ser conhecida e utilizada pelo homem, estima-se que pelo menos 2000 anos o homem tenha conhecido e começado a utilizar a planta do algodoeiro. Dados e relatos históricos de viajantes e historiadores apontam os indianos como tendo sido os primeiros na domesticação da planta, e uso industrial da fibra do algodão.( Jonasse Tuia 2010)

Em Moçambique o algodão é produzido em Inhambane, tete, Nampula, Gaza, Cabo delegado e Manica, em regime de fomento, sendo o sector familiar é o principal produtor. ( Hedges 1993)

1.1Importância do uso do algodoeiro

O algodão e considerado a mais importante das fibras têxteis, naturais ou artificiais, e também a planta de aproveitamento mais completo e que oferece os mais variados produtos de utilidade. ( Jonasse Tuia 2010)

Actualmente cerca de 18 países cultivam o algodoeiro, economicamente, liderados pela China, E.U.A. Índia. Por sua grande resistência a seca o algodoeiro constitui-se uma das poucas opções para o cultivo em regiões semiáridas, podendo fixar o homem ao campo, gerar emprego e renda no meio rural. (Jonasse Tuia 2010)

Do algodão quase tudo é aproveitado, os restos de cultura – caule, folhas, maçãs, capulhos – são utilizados na alimentação de animais em geral. O caroço é rico em óleo (18 a 25%) e contém 20-25% de proteína bruta; óleo extraído da semente é refinado e destinado à alimentação humana e fabricação de margarina e sabões. O bagaço é destinado a alimentação animal (bovinos, aves, suínos) devido ao seu valor proteico (40-45% de porteira bruta), (Jonasse Tuia 2010)

1.2.Objectivos

Objectivo geral

v  Produzir algodão para a comercialização venda  para as industrias processadoras, como o caso de Xinavane e Maragra.

Objectivo específico

v  Descrever todas as práticas culturais da cultura de algodão

v  Identificar os tipos de solo adequado

v  Identificar os sistemas de cultivo desta cultura e seu ciclo de vida


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