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terça-feira, 24 de novembro de 2015

trabalho facul

1. Introdução
O presente trabalho e fruto de uma observação feita na Escola Primaria de 1 grau 1 de Junho – Maxixe ao aluno arcenio Rodrigues Pendulo de dez anos de idade, frequentando a 4 classe turma b cujo seu professor responde pelo nome de Raquelina  Aliceel com formação Psico – Pedagogia da 10 + 2 anos de experiencia profissional na careira.
2. Objectivo geral.
O trabalho centra –se fundamentalmente na observação e documentação da criança no desenvolvimento Psico – motor do aluno e obtenção de dados sólidos.
1.3 Objectivos específicos
  Identificar a criança com problemas de atraso no desenvolvimento Psicomotor no processo de aprendizagem
Seleccionar factores que intervêm no desenvolvimento Psico – motor do aluno período da segunda infância.
Colher ideias de mais professores para lidar – se com a situação.
1.4  Metodologia de trabalho
Para a atenção de dados, centrei – me na observação de aulas de português, Matemática e Educação Física como forma de confirmar o desenvolvimento Psico – Pedagógico em diferentes ambientes de disciplinas. O trabalho insidiu muito na avaliação da assiduidade, rapidez na escrita e realização de outras actividades pedagógicas.
Conceitos básicos
Observação e uma técnica de colecta de dados para conseguir informações utilizando os sentidos na obtenção de determinados aspectos da realidade. Não consiste apenas em ver e ouvir, mas também em examinar factos ou fenómenos que se desejam estudar (marcon & lakatos; 2002: 88) na minha percepção trata-se de uma observação pormenorizada com fim de colher informações para um determinado estudo. Neste sentido, para o presente estudo foi feita a observação ao aluno Arsénio da 4ª classe, turma B, que consistiu no acompanhamento do mesmo durante as aulas português, matemática e Educação Física, a fim de colher informações relevantes sobre o desenvolvimento psicomotor.
Documentação processo de armazenamento de informações após uma observação.
A documentação processo de armazenamento das informações recolhidas durante a observação feita no campo de pesquisa.



Desenvolvimento mudanças quantitativas e qualitativa que ocorrem no funcionamento do organismo (MWAMWENDA; 2014; 136). Nesse sentido, ao falarmos do desenvolvimento estamos a ferir as mudanças quantitativas e qualitativas que ocorrem na criança ao longo do tempo.
Ensino e gravar ideias na cabeça do aluno (PILET, 2014: 28). Por mim, e um meio que se usa para assimilação da matéria.
Habilidades motora designa –se ao saber fazer.
Plano de aula é a a previsão mais objectiva possível de actividades escolares para a efectivação do processo de ensino e aprendizagem orientada para o alcance dos objectivos previstos (NÉRICI; 1988; 237) analisando concluo que plano da aula é um documento que orienta o professor de modo evitar improvisos, permitir uma bos fozificacao do tempo e maior alcance dos objectivo.
De acordo com a LIBANEO (1990: 156) métodos de ensino são acções do professor através das quais organiza as actividades de ensino para facilitar a assimilação dos conteúdos.
Segunda infância período de vida do individuo que parte dos seis aos dez anos de idade (MWAMWENDA; 2014) e preciso considerar a infância como uma condição da criança.
  A infância e um período definido biologicamente, é uma categoria que surge ao longo das transformações da sociedade e se torne uma referência histórica e social, COSTUMES (2014:49)
Descrição da turma e pré-historia
Arsenio Rodrigues Pendulo, nasceu aos 29 de Outubro de 2014 e filho de pais camponeses frequenta a escola Primaria do 1º Grau 1 de Junho – Maxixe, entrou para a escola no ano de 2011, recebe aulas numa sala construída por material local que não apresenta um ambiente favorável pois o tecto esta desfeito no meio, paredes praticamente destruídas, quadro não pintado, sala pequena e sem carteiras. Apesar de tudo isso o espaço da sala é suficiente para a circulação dos alunos, sendo que a mesma turma tem 20 homens e 23 mulheres totalizando 43 estudantes.
  O menino já chumbou uma vez na 2ª classe, tem alguma deficiência auditiva.
  Sendo ZABALZA (1987) nos primeiros anos de escolaridade; as crianças deviam ser ensinadas pelas mulheres pois tem um lado materno inato, sabem ajudar as crianças a desenvolver, conviver com as outras, incentivar a fala de si e ajudar a serem dinâmicas. Sessa ordem de ideias, o Arcenio e ensinado pela professora Joquelina Alice.
  Para MARDNS (1998: 49) os professores terão de ser seleccionados dentre os mais capazes candidatos e não dentre os que caíram numa formação para docência por curso.

Nelton revelou uma boa assiduidade e pontualidade chegando antes do incio da aula e participou do canto do Hino Nacional. Quando a professora chegou todos os meninos saudaram – na em p e seguidamente ela fez fez o controlo das presenças, chegada a vez o menino, respondeu levantando o braço com a intencao de que a professora lhe localizasse facilmente. Durant6e a correcção do TPC o menino voluntariozou –se para escrever no quadrado as sílabas (da, do, de, di, du). O pequeno teve dificuldades de escrever tendo escrito (ab; uq) o que levou que um colega fosse lhe ajudar.
  A professora levou as crianças para que relacionassem o que já aprenderam com o tema em estudo que versava sobre a "leitura e escrita da letra (v) \, pediu aos alunos paran que indicassem a vista. Nesta tarefa, Nelton mostrou – se mais uma vez incapaz pois para ele Português é a língua segunda, quer diser ele em casa comunica – se em xitwa, porém a professora não foi atenciosa porque não descobriu que o menino não identificava a sua vista.
  Na leccionacao, a professora usa material didáctica para facilitar para facilitar a medicação da aula (sopa de letra) dado que as criancasd nesta classe no estagio das peracoes concretas de Piaget (NERICE, 1988 : 45), mesmo com tudo isto as crianças ainda apresentam dificuldades na caracterizacao trocando a posicao das letras, algumas crianças em particuloar o Nelson não foi capaz de circundar a letra "v" escrita a imprensa porque ainda mostra uma imaturacao na distincao de cursiva e imprensa.
  Chegado o momento da escrita da letra (v) a professora condicionou o desemvolvimento psico – motor estimulando o aluno a escrever com rapidez no ar, no chão, no caderno. A partir desses exercícios, Nelton assimilou com facilidade a escrita da letra passando desta forma a ajudar os colegas com dificuldades.
  Segundo Nértc (1988, 41) assimilação é o processo de incorporacao da maneira de actuar sobre novos esquemas de accao já existentes no individuo.
  A professora privilegia o método de colaboracao conjunto na lecionacao e usar esforço secundário para encorajar o aluno.
  Segundo o SPRINTHALL (1993 : 260) reforço secundário são   que encorajam a arepiticao de um comportamento particular, exemplo alegios, sorisos ou atencao em tempos livres.

Observação das aulas de matemática
  As aulas tinham como tema a escrita do numero 10 adição e subtracção do limite 20, para escrita do numero q0 a professora orientou a leitura dos números de 1º a dez segundo de uma exercitação para depois  do numero 10 que consistiu na escrita primeiro no ar, chão, caderno e finalmente no livro. É através desse esforço da professora que Nelton ganhou gabilidade da rdcrita do numero 10 ate que acabou orientando os colegas que ainda não sabiam.

11
12
13
14
15
1b

18
19
20
20
19
18


15
14
1m
12
11

Dos números que  as crianças mostraram dificuldades
  Segundo NÉRICE (1988 : 168) a repeticao, os exércitos ea pratica são fundamentais para bom processo da fixao da aprendizagem.
  No fim de uma aula, sempre orienta-se que o professor deve orientar uma síntese da aula orientada pelos alunos em cooperação com o professor.
Nelton mostrou estas dificuldades porque em casa na tem tido apoio dos seus pais não são escolarizados por isso não tem tido apoio em relação as dificuldades não sanadas na sala de aula.
  Apesar das dificuldades acima apresentadas o Nelton apresenta uma capacidade cognitiva melhor assim como psico – motor apenas precisa que a professora use metodologias adequadas para despertar o conhecimento dele.
  Tendo em cota o método montessoriano, a professora deve ensinar respeitando a faixa etária da criança tomando em conta que a educacao e uma conquista da criança e bem orientada ela tem capacidade de ensinar a nos mesmo se lhe for dade  as condições na visão de pieget a escola  partir do seu plano de estudo deve possibilitar um desenvolvimento amplo e dinâmico desde o período sensor – motor ate ao ultimo estagio.
Observação da aula de educacao física
  A aula observada tinha como teor lançar e encachar objectos o aluno em estudo mostrou-se muito motivado pelo jogo apresentado pela professora.
  Segundo referencial nacional (1998) a criança presisa brincar, ter praser e alegria para crescer como forma de equilíbrio entre ela eo mundo fasendo com que ela desenvolva a construcao do conhecimento no período sensor-motor, preoperatorio agindo sobre os objectivos desde pequena.
Os objectivos desempenham um papel fundamental no densovolvimento psico-motor e no processo de aprendizagem, do domínio social da criança através dos jogos é posiel tambéem exercitar processos mentais e das habilidades
Ponto focal
Durante a obsderrvacao realizada encarei alguns aspectos como



Aspectos positivos
- Domínio científico da matéria por parte da professora
- Participação activa do menino Nelton durante o processo de ensino e aprendizagem.
- Uso de métodos que facilitam o desenvolvimento psico – motor do aluno
- Uso de material didáctico correspondente a aula.
- Liberdade por parte dos alunos.
- Actividades em grupo.
- Orientação do TPC

Aspectos negativos
- Alteração do horário da pratica de educação física dentro do horário normal da classe.
- a falta de estimulação dos alunos chamando-os pelos seus próprios nomes (menino) ao invés de Nelton
- Superlotação dos alunos na escola durante muito tempo.
- Precárias condições que a sala apresenta.
- Fraca participação dos alunos nos últimos tempos.
- Falta de colocação das datas na correcção dos livros e cadernetas para facilitar o controle da chegada das crianças por parte dos pais.
- Dificuldades na transformação de uma palavra escrita a impressa para cursiva.

Conclusão
  Para a observação e documentação do processo psico – motor do Nelton Leonardo Maloche realizou-se em simultâneo a análise da cognição e da acção uma vez a cognição baseia-se no acto de eecucao enquanto a acção consiste em saber executar com menor ou maior influencia e perfeição. Para alcançar o desenvolvimento psico – motor precisa-se observar o conhecimento da acção durante o processo de ensino aprendizagem do aluno e a destreza na sua execução física conclui que Manuel desenvolveu no seu processo psico-motor, tendo ganho durante as aulas automatização, hábitos, hatitudes e valores que se desenvolvem através do treino que a professora fez no processo da leccionação tendo conhecido maior possibilidade psico motora.



Sugestões
No que diz respeito a construção da sala sugiro que a escola com ajuda do conselho deveria estudar modalidades para o melhoramento da sala de aulas, pintura do quadro.
Quanto ao desempenho psico – motor do Manuel a professora deveria colaborar muito mais com os pais para melhorar conhecerem o ambiente que favorece uma melhor aprendizagem para o desenvolvimento das atitudes, desejos e capacidades. Nas classes iniciais deveria - se estudar junto do ministério a possibilidade de redução de tempo de permanência dos alunos na medida em que eles ainda não têm motivação intrínseca para aprendizagem.
Do lado da professora deve compreender que na aprendizagem de temas mais complexos deve haver mais tempo de conveniência com o mesmo e exercícios adequados.








Bibliografia
LIBANEO José Carlos. Didáctica.  CORTEZ Editora, Pão Paulo, 1990.
MWAMWENDA, Tunturfye S. Psicologia Educacional: Uma prespectiva africana. Textos Editorais, Maputo, 2014.
NERICE, Imideo G. didáctica uma Introducao. 2ª Edicao, Editora Atlas, são Paulo, 1988
PILETTI Claudino. Didáctica geral. 3ª Edicao, Textos Editoras, São Paulo, 2004
SPRINTHALL, Norma A. R. psicologia educacional: uma abordfagem desenvolvimentista, Editora Megraw-Hill, Lisboa, 1993.
TAVARES e Alarcao Psicologia do desemvolvimento e aprendizagem. 1ª Edicao represessao, Coimbra Alemadina, 2005



  

Ensinar Matemática em Línguas Moçambicanas

 Ensinar Matemática em Línguas Moçambicanas


Trabalho de Didáctica Bantu
Apresentado ao Departamento de Ensino a distancia Delegação da Maxixe para fins avaliativos


As primeiras quatro semanas de matemática na 1 classe devem ser usadas para aprendizagem de novo vocabulário de língua portuguesa, útil para aprendizagem de matemática. Este vocabulário inclui expressões como: muito; pouco; mais do que; menos do que; tanto como; etc. (INDE/MINED), 2003: 242). O desenvolvimento, do vocabulário e do seu significado e importante para o raciocínio matemático. Se o aluno não for capaz de entender e usar conveniente, não será fácil progredir na aprendizagem da matemática, porque lhe faltarão bases, não só para interpretar os anunciados dos problemas, mas também estruturar as operações aritméticas. A maioria das crianças começa a aprender uma segunda língua, o português, assim o domínio prevo do vocabulário básico e indisponível para o tratamento dos primeiros números naturais uma vez que em nenhuma língua materna não precisam de dedicar as primeiras semanas ao «vocabulário básico».
   Os números que se ensinam nas 1ª classes do ensino primário são cardinais, que indicam uma quantidade de coisas. As línguas principais no sul de Moçambique são: cicope e xichangana. Os cardinais nestas línguas são:

#
Português
Cicope
Xichangana
1
Um/uma
Cimweco
xin'we
2
Dois/duas
Simbidi
Simbirhi
3
Três
Siraru
Sinharhu
4
Quatro
Mune
Mune
5
Cinco
n'chanu
nthanu
6
Seis
n'chanu nicimweco
Nthamu ni xin'we
100
Mil
dikhulu
Khulu

A base principal para o sistema de nomes dos números copi e xichangana é  o numero dez podendo se contar de 10 em 10. Não é preciso explicar os nomes para 11, 12… 19 porque os nomes são compostos por nomes conhecidos. Em copi e xangana os numerais 20,30… 90 são também regulares sendo a irregularidade de 2 e 3 serem adjectivos e 4 e 5 substantivos, por exemplo: 20→ magumi mambidi (copi) E MAKUME MAMBIRHI (xangana).
   As regularidades dos numerais e copi e xichangana são típicas para todas as línguas moçambicanas de origem bantu contagem por dezenas, centenas e milhares.
   Alguns números são adjectivos (1, 2, 3). Os nomes para 4, 5, 10, 100 e 1000 são substantivos aos quais se acrescebnta um prefixo fermando o plural: uma coisa cimaha cimweco (copi); xilo xin’we (xichangana). Do ponto de vista matemático, no acto de contagem de objectos atribuímos a cada número ordinal, por isso, os números usados na contagem são considerados numerais cardinais. Contudo em geral usamos a contagem de objectos para determinar o número total dos objectos; o seu número cardinal (fuson 1988).
   Nas estratégias de contagem (calculo) basta conhecer os nomes dos números para ordem. Calculando 4+3 toma-se a primeira parcela por contagem.
   Existem estratégias de cálculo onde bao e preciso fazer contagem um a um. É nas estratégias de cálculo que a base auxiliar cinco pode jogar um papel importante logo quando os números ultrapassam 5. Exemplo 4+3=7

1-mostra 4 numa mao
2-uando mais um, cinco
3-cinco mais dois, sete

Nas línguas de base 10 que usam a base auxiliar cinco, temos um nome para cada numero de um ate nove. Há três explicações a serem dadas aos alunos do ensino bilingue, sobre a escrita dos numerais: a) na escrita usa-se apenas a base dez e não se usa a base auxiliar cinco.
b) Nos números de 2 ou mais algarismos, os que tem o seu valor de acordo com a sua posição.
c) Precisamos do símbolo (0) zero para as posições onde não há nada.
   Tanto na leitura cordinal como na leitura ordinal usa-se a mesma raiz “mbirhi”. Na maioria das línguas moçambicanas e construção gramatical do significado cardinal é como em xichangana.
   Ficou bem claro que a leitura habitual de 3×4 em copi ou xichangana tem  o significado de 3×4=3+3+3+3; 3×4= siraru hiwiyeleta ka mune em copi; 3×4= svinharu hiyandzisa himune em xichangana (orais ma e mucavele, 2010 a, 2010 b).
  Foram propostas as seguintes leituras alternativas para
•3×4: siraru awiyeleta mune em copi
•3×4 kanharhu hiyandzisa mune em xichangana
  Concluíram que são os numes que se multiplicaram entre si pelo que se deve evitar as expressões personalizadas de multiplicação são aprendidas e consolidadas na língua materna dos alunos do ensino bilingue.


sábado, 12 de setembro de 2015

different religions


  
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“29 De Setembro” Secondary School

Inglês


Topic: different religions


Religion
Followers
Origin
Founder
Sacred text
Belief
Christianity
2.4 billion adherents

Jerusalém

Jesus
bible
God
Islam
Billion
Mecca, Saudi Arabia today 

Maomé

Allah
Hinduism
900 million
Northern
India


God Brahman
Buddhism
376 million

Skt.samyaksaṃbuddha


Shinto




God or spirits
Sikhism
20 million
Guru Nanak in India
Guru Nanak
Shri Guru Granth Sahib
One God
Judaism

Land of Israel
Moses

One  God

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