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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

fertilidade do solo

Introdução

O presente trabalho tem como objectivo dar ao aluno uma visão introdutória sobre a fertilidade do solo, mostrando a sua importância e apresentando alguns factores que determinam portanto, a fertilidade do solo, que são extremamente importante para o perfeito funcionamento da natureza e manutenção do equilíbrio económico.


Factores que determinam a fertilidade do solo

A fertilidade do solo depende de um conjunto de factores, uns da natureza física, outros de natureza química. Da conjugação destes factores, resulta a capacidade de produção do solo que, dependendo do seu perfil, apenas atinge o seu máximo quando o nível de todos os factores nutritivos e itinerários técnicos de mobilização foram corretamente ajustados em função das necessidades dos sistemas culturais.

Composição química do solo

Os solos são constituídos por três fases:
Solida (matriz);
Liquido (solução do solo);
Gasosa (atmosfera do solo).
A matriz contem substâncias minerais e matéria orgânica. As substâncias minerais dividem-se quanto ao tamanho em elementos grosseiros e terra fina, que inclui a areia, o limo, e a argila. A proporção das partículas de diferentes dimensões é designada por textura do solo.
A fração argila, principal responsável pelas propriedades químicas do solo, é principalmente constituída por minerais argilosos pertencentes aos grupos da caulinite, esmectite, vermiculite, ilite ou clorite. São minerais com uma predominância de cargas negativas umas permanentes e outras dependentes do PH. Os minerais argilosos diferem quanto as cargas que transportam superfície especifica, capacidade de fixar iões potássio e amónio, e ainda por ser ou não expansíveis.
Na fração argila existem ainda óxidos e hidróxidos de ferro, alumínio e magnésio. Possuem cargas dependentes do PH, podendo apresentar predominância de cargas positivas em solos ácidos. Em regiões áridas, e semiáridas, pode ocorrer acumulação no solo de carbonatos sulfatos ou mesmo cloretos. A meteria orgânica inclui uma grande variedade de seres vivos desde bactérias, fungos e actinomicetes, ate protozoários, nematodes, ácaros e anelídeos. Os organismos do solo em especial os microrganismos, vão levar a cabo a decomposição de resíduos orgânicos mas são também responsáveis pela síntese de moléculas de elevada estabilidade-as substancias húmicas-que são o principal constituinte do húmus e contribuem para propriedades tao importantes como a capacidade de retenção de agua e nutrientes e o poder tampão do solo. A manutenção da matéria orgânica no solo é bastante importante, dado que contribui para a manutenção da sua estrutura melhora a infiltração e a retenção de agua e aumenta a capacidade agua de troca de certas substancias contribuindo para o acréscimo da produtividade. Estes objetivos podem ser facilitados pela racionalização dos itinerários técnicos, com a oportunidade das épocas de intervenção, mobilização reduzida, a sementeira direta, a agricultura biológica e a incorporação de resíduos como, por exemplo, o estrume.
A solução do solo contem vários elementos na forma de iões livres ou de complexos. Certas substâncias contaminantes podem ser armazenadas no solo. Alguns, como os pesticidas podem ultrapassar os limites da capacidade de armazenamento e de efeito tampão do solo causando a perda de algumas das funções deste e a contaminação da cadeia alimentar, dos vários ecossistemas, e recursos naturais, pondo em risco a biodiversidade e saúde humana.
A atmosfera do solo tem teores mais baixos de oxigénio e mais alto de vapores de agua e dióxido de carbono por comparação a atmosfera. Um bom arejamento do solo é indispensável para a respiração das raízes de plantas e dos organismos do solo.

Rede hidrográfica

E importante notar que a quantidade de agua existente no solo so tem significado quando considerada em conjunto com força com que a agua se encontra retida no solo. Este facto facilita ou não a sua absorção pelas plantas.
A água existente no solo abrange:
·         Água capilar: que é sujeita a fenómenos de capilaridade no solo e se desloca nos espaços entre as partículas terrosas
·         Agua higroscópica: que é fixada na superfície das partículas terrosas por absorção
·         Agua gravitacional: que não é retida no solo deslocando-se apenas nos macroporos por ação da gravidade
·         Agua freática: que se infiltra no solo e se acumula junto a rocha-mãe formando uma zona permanentemente saturada de agua.
Se comparar o tamanho das partículas que compõem a areia com as partículas que compõem a argila, verifica-se que as primeiras são muito maiores do que as segundas. Deste modo, quanto maiores forem as partículas de um solos maiores são os espaços entre elas (poros) e, mais facilmente passa a água. O respectivo fenómeno é chamado porosidade do solo. Alem, da porosidade pode-se observar nos solos o fenómeno físico da capilaridade.
A água se infiltra no solo, devido à sua forte capacidade de estabelecer ligações moleculares, permite manter um certo grau de coesão entre as partículas. Se a concentração da agua for muito elevada, o volume desta aumenta e conduz à saturação do solo. A tensão exercida pela água é tal que leva que as partículas desse solo se afastem criando situações de instabilidade e provocando o movimento de materiais ao longo dessa vertente.
Textura fina
Textura media
Textura grossa
Solos argilosos
Solos francos
Solos arenosos
Elevada capacidade de retenção de água.
                ↔
Baixa capacidade de agua
Difícil circulação de água
                ↔
Fácil circulação de agua
Elevada coesão.
                ↔
Baixa coesão
Consistência plástica, pegajosa (molhado) e dura (seco)
                ↔
Consistência friável (seco ou molhado)
Menor densidade do solo
                ↔
Maior densidade do solo
Maior porosidade total
                ↔
Menor porosidade
`maior microporosidade
                ↔
Maior macroporosidade
Maior arejamento
                ↔
Boa aeração
Superfície especifica elevada
                ↔
Superfície especifica baixa
Solos bem estruturados
                ↔
Solos sem estrutura
Difícil preparo mecânico, pouco lavados e mais ricos em elementos fertilizantes.
                ↔
Fácil preparo mecânico, mais lavados e mais pobres em elementos fertilizantes

Decomposição do solo

A riqueza mineral do solo é mantida ou melhorada pelos fertilizantes que podem ser corretivos ou adubos. O adubo pode ser obtido a partir de detritos orgânicos (restos de plantas, cadáveres de animais e seus excrementos) a que se da o nome de estrume. Designa-se por macronutrientes os elementos minerais que as plantas absorvem em maior quantidade, tais como, N,P,K, Ca, Mg, S, Na, Cl e Si. Os principais são N,P e K porque alem de serem absorvidos em quantidades elevadas, não existem, geralmente, no solo em teores suficientes para satisfazerem as necessidades das culturas. Torna-se, por isso, necessária a sua aplicação. Através de adubos.
Os restantes designam-se por secundários ainda que sejam absorvidos em quantidades elevadas. Admite-se, que existem no solo em teor susceptveis de dispensar a sua aplicação no entanto a designação de secundários não significa que tenham menor interesse para a nutrição das plantas.
Os micronutrientes são os elementos minerais que a planta consome em menor quantidade e manifestam toxicidade quando existem um excesso no solo, consideram-se micronutrientes Fe, Mn, Zn, Cu, B, Mo e Al. O solo contem certa quantidade de substâncias orgânicas provenientes da decomposição de cadáveres de animais e dos restos vegetais. A decomposição origina o húmus, formado por uma mistura do solo e matéria orgânica parcialmente degradada. Com decomposição, os minerais que constituíam a matéria orgânica são libertadas fertilizam o solo e ficam disponíveis a absorção pelas plantas. A transformação da matéria orgânica em húmus é designada humificação e é efetuada por bactérias e fungos existentes no solo. A humificação depende das condições ambientais.
Além de serem determinantes na formação dos solos, os seres vivos que vivem neles desempenham outras tarefas extremamente importantes para a produção e manutenção de solos férteis. Animais como as toupeiras, as formigas, as minhocas, os ratos (que fazem parte do grupo macrobiota ou macrofauna) e pequenos vermes e larvas (que constituem o grupo meso biota ou meso fauna) revolvem o solo durante a produção de galerias onde se instalam, produzindo uma autêntica larva. Contribuem para arejar o solo e também para facilitar a circulação de água que é fundamental para as plantas.
Os diversos organismos decompositores como, certos fungos e bactérias transformam a manta-morta em húmus. Existem ainda microrganismos que vivem nas raízes de certas plantas que enriquecem o solo com azoto produzindo uma autêntica adubação natural.

 


Conclusão

Como vimos, este trabalho é resultado de um estudo/pesquisa, que exigiu, no decorrer do mesmo muita análise, síntese e reflexão. Uma das vantagens oferecidas e que considero a mais importante foi o conhecimento que tive a respeito dos factores que determinam a fertilidade do solo, composicao dos solos. Foi um estudo realmente, muito interessante e instrutivo.


Referências bibliográficas






   Índice



 
 

Texto dramático

Texto dramático 


Um texto dramático é escrito em função de uma possível representação. Ao seu autor dá-se o nome de dramaturgo. O texto dramático pode ser escrito em prosa ou em verso.

A Acão é apresentada pelas personagens e situa-se num tempo e num espaço. As personagens são reduzidas ao núme-ro necessário. Delas depende a ação, porque não há narrador. A

Ação é condensada e presentificada, isto é, num dado momento os atores/personagens agem perante os espectadores. Assim sendo, são eliminadas as ações secundárias, por-que estas alargariam o tempo da representação, tornando-a cansativa, quer para os atores, quer para o público. Quanto ao tempo é curto e, tal como a ação, presentificado. Quer se desenrole no passado ou no futuro, a ação é apresentada como estando a decorrer no momento da representação. Por isso, o tempo verbal característico é o presente. Por último, existem dois tipos de Espaço: o espaço representado ( espaço físico ou social apresentado no texto) e o espaço de representação – espaço onde os atores representam.

O texto dramático comporta dois tipos de estrutura: Interna e Externa.

A estrutura interna divide-se em três momentos:

• Exposição (fase inicial em que se toma conhecimento das personagens e dos antecedentes da ação; 

• Conflito (sucessão de acontecimentos, passando por um momento máximo de tensão dramática, o clí-max.Pode comportar a luta do protagonista contra o destino, forças da natureza, asociedade, outra pessoa, ou consigo próprio.) 

• Desenlace (parte final que corresponde ao desfecho feliz ou infeliz da ação dramática.) 

Ao nível da estrutura externa o texto divide-se Em:

• Atos, que correspondem a períodos da ação marcados pela mudança de cenário e delimitados pela subida e descida do pano (no espaço da representação) 

• Cenas, que são subdivisões dos atos, assinaladas pela entrada ou saída de persona-gens.

Figuras de pensamento

São recursos estilísticos para tornar nossa expressão mais contundente e provocar impacto no ouvinte ou leitor. Entretanto, o efeito que provocam origina-se mais das ideias que estão por trás das palavras do que por elas mesmas ou pela construção das frases. São também chama-das de figuras de imagística, pois têm o objetivo de apelar à imaginação do leitor (ou do nosso interlocutor


Perífrase

Trata-se de uma expressão que designa um ser através de alguma de suas características ou atributos, ou de um fato que o celebrizou. Veja o exemplo:

A Cidade Maravilhosa (= Rio de Janeiro) continua atraindo visitantes do mundo todo.

Obs.: quando a perífrase indica uma pessoa, recebe o nome de antonomásia.

Exemplos:

• O Divino Mestre (= Jesus Cristo) passou a vida praticando o bem.

• O Poeta dos Escravos (= Castro Alves) morreu muito jovem.

• O Poeta da Vila (= Noel Rosa) compôs lindas canções.

Perífrase

A perífrase é uma figura de linguagem que está relacionada com as palavras. Por esse motivo, ela está na categoria de figuras de palavras.

A perífrase ocorre pela substituição de uma ou mais palavras por outra expressão. Essa subs-tituição é feita mediante uma característica ou atributo marcante sobre determinado termo (ser, objeto ou lugar).

Além de ser usada na linguagem coloquial (informal), é comum a utilização da perífrase como recurso estilístico em textos poéticos e musicais

A perífrase é uma figura de linguagem que está relacionada com as palavras. Por esse motivo, ela está na categoria de figuras de palavras.

A perífrase ocorre pela substituição de uma ou mais palavras por outra expressão. Essa subs-tituição é feita mediante uma característica ou atributo marcante sobre determinado termo (ser, objeto ou lugar).

Além de ser usada na linguagem coloquial (informal), é comum a utilização da perífrase como recurso estilístico em textos poéticos e musicais.

Ainda que a perífrase e a antonomásia sejam consideradas a mesma figura de linguagem, a antonomásia trata-se de um tipo de perífrase. Assim, a antonomásia é quando se refere a uma pessoa (nomes próprios).

Note que a perífrase é também chamada de circunlóquio uma vez que apresenta um pensa-mento de modo indireto, com rodeios. Do grego, a palavra “períphrasis” significa o ato de falar em círculos.

Outras figuras de palavras são: metáfora, metonímia, comparação, catacrese e sinestesia.

Para saber mais sobre essa figura de linguagem, confira abaixo alguns exemplos.

Exemplos de Perífrase:

• A cidade luz foi atingida por terroristas nessa tarde. (Paris)

• A terra da garoa está cada vez mais perigosa. (São Paulo)

• Sampa é o grande centro financeiro do país. (São Paulo)

• O país do futebol conquistou mais uma medalha nas olimpíadas. (Brasil)

• O país do carnaval celebrou mais uma conquista política. (Brasil)

• A cidade maravilhosa foi palco das olimpíadas 2016. (Rio de Janeiro)

• O Timão venceu mais um campeonato. (Corintianas)

• Mais ouro negro foi descoberto no Brasil. (Petróleo)

• O Velho Chico vem sofrendo com problemas ambientais. (Rio São Francisco)

• O pulmão do mundo está sofrendo com o desmatamento desenfreado. (Amazônia)

Antítese

Antítese é uma figura de linguagem caracterizada pela aproximação de conceitos contrários, pelo confronto de ideias opostas. Nas antíteses, os conceitos antônimos não se contradizem, nem representam uma realidade absurda, apenas se encontram próximos, sendo que cada conceito indica um referente distinto.

Sendo uma das figuras de linguagem mais utilizadas e conhecidas, as antíteses são um recurso utilizado na linguagem oral e escrita que aumenta a expressividade da mensagem, reforçando-a e enfatizando o sentido de cada elemento, bem como o sentido da relação antagônica existente entre eles.

Exemplos de antítese:

• Alegria e tristeza são duas constantes da vida.

• Todos os dias, os médicos lidam com a vida e a morte.

• Meu avô, ex-boxista, gosta muito de me contar suas vitórias e derrotas.

• No Rio de Janeiro, de um lado você vê pobreza, do outro lado você vê riqueza.

• Sem a escuridão, não saberíamos apreciar a luz.

Exemplos de antítese na literatura e música:

• “Tristeza não tem fim,/Felicidade, sim.” (Vinicius de Moraes)

• “O mito é o nada que é tudo.” (Fernando Pessoa)

• “A vida é mesmo assim/Dia e noite, não e sim.” (Lulu Santos e Nelson Motta)

• “Estou acordado e todos dormem, todos dormem, todos dormem”. (Renato Russo)

• “Que vai, pisando a terra e olhando o céu.” (Vinicius de Moraes)

Gradação

Gradação é uma figura de linguagem, relacionada com a enumeração, onde são expostas determinadas ideias de forma crescente (em direção a um clímax) ou decrescente (anticlímax). No campo da estilística, é também entendida como um recurso semântico, ou seja, relacionado à exploração dos significados das palavras. Neste caso, o que se tem é um encadeamento de palavras, frases ou expressões de maneira a dar significados cumulativos.

Exemplos como figura de linguagem:

• Dei um passo, apressei-me, corri.

• Você era um bom professor, logo depois se tornou um gari e hoje não passa de um mendigo nas grandes cidades...

A gradação também se apresenta em sensações:

• Com não se sabe o terremoto, a guerra, a explosão que vai acontecer quando eu chegar com meu boletim em casa...

Às vezes a gradação também ocorre precedida da exposição de algo (ou algum assunto), caracterizando-a:

• Progressão ascendente: "Um coração chegando de desejos; Latejando, batendo, res-trugindo..."

• Progressão descendente: "Ó não guardes, que a madura idade te converta essa flor, essa beleza, em terra, em cinzas, em pó, em sombra."

Figuras de sintaxe 

Figuras de sintaxe são figuras de linguagem, ou seja, são recursos estilísticos utilizados na linguagem oral e escrita que aumentam a expressividade da mensagem. As figuras de lingua-gem podem ser classificadas em: figuras de sintaxe, figuras de palavra, figuras de pensamento e figuras de som.

As figuras de sintaxe, também chamadas de figuras de construção ou de criação, enfatizam o aspeto sintático da linguagem, provocando mudanças na estrutura natural da oração, como inversão, repetição ou omissão de termos

Hipérbato

Alteração da ordem mais comum das palavras, prejudicando a clareza da expressão, com o objectivo de pôr em destaque um vocábulo ou expressão, ou por motivos eufónicos (rima, ritmo), ou ainda para produzir efeitos de surpresa. São duas as modalidades do hipérbato: 1. A inversão — que consiste na troca da ordem de palavras de um grupo sintático, sem que nele se intercale nenhuma palavra alheia a esse grupo. 2. A disjunção — que consiste no intercalar de um vocábulo ou expressão que vem separar os elementos do mesmo grupo sintático (por exemplo, sujeito e verbo, substantivo e seu adjetivo…)

Exemplos:

• "Casos, que Adamastor contou futuros." (= Casos futuros que...) - Luís de Camões

• "Aberta em par estava a porta." (= A porta estava aberta em par) - Almeida Garrett

• "É de alma um arroubo em ânsia de amor." (= É um arroubo de alma...)

Inversão:

• "As roucas rãs soavam

• Num charco de água negra e ajudavam

• Do pássaro noturno o triste canto" - Luís de Camões

Disjunção:

• "Essa vólucres amo, Lídia, rosas" - Ricardo Reis

Assindeto

O assíndeto é uma figura de linguagem, ou seja, um recurso utilizado na linguagem oral e escrita que aumenta a expressividade da mensagem. O assíndeto se refere à ausência reiterada de conectores e conjunções que atuam como elementos de ligação entre palavras e orações. A conjunção mais frequentemente omissa é a conjunção coordenativa e, sendo substituída pela vírgula ou outro sinal de pontuação.

Além de aumentar a expressividade da mensagem, através do assíndeto é possível a criação de um discurso rápido, vivo, enérgico e forte, sendo ao mesmo tempo mais dinâmico e mais conciso.

A ausência de conectores enfatiza os termos principais da frase, fazendo com que o ouvinte se concentre mais nos mesmos, ou seja, nas ideias que estão sendo transmitidas. Sem conjunções, cada termos da frase mantém sua individualidade e independência relativamente aos outros termos, fazendo com que tenham mais força.

Exemplos de assíndeto:

• Quem me dera viver livremente, rir, passear, dançar, cantar, me divertir, sair pelo mundo.

• Não entendo minha filha: chora, grita, reclama, se entristece, se chateia, parece nunca estar bem.

• Meu filho não quer trabalhar, estudar, ser autônomo, ser independente.

Exemplos de assíndeto na literatura:

• “Vim, vi, venci.” (Júlio César)

• “Grita o mar, brama o fogo, silva a fera,/Chora Adão, geme o pranto, brada o rogo.” (Francisco de Vasconcelos)

• “A tua raça quer partir,/guerrear, sofrer, vencer, voltar.” (Cecília Meireles)

• “Luciana, inquieta, subia à janela da cozinha, sondava os arredores, bradava com desespero, até ouvia duas notas estridentes, localizava o fugitivo, saía de casa como (…)” (Graciliano Ramos)

• “Fazia riscos, bordados, mandava vir rendas de Grã-Mogol, cosia com amor, aprendia a arte do bilro.” (Cyro dos Anjos)

Fique sabendo mais! 

 Assíndeto tem sua origem na palavra grega asýndeton e indica falta de ligação e de união entre vários elementos.

 O uso do assíndeto possibilita a criação de orações coordenadas assindéticas, ou seja, orações que não estão ligadas através de conjunções, mas sim através de uma pausa, normalmente simbolizada pela vírgula.



creditos a Richforever

sábado, 9 de dezembro de 2017

exames de admissao isri pdf TODAS EPOCAS

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Edital de exames de admissão para o ano lectivo 2018


EXAMES DE ADMISSÃO PARA O ANO LECTIVO 2018
ÚNICA CHAMADA

Torna-se público que esta disponível o edital de exames de admissão para ano lectivo de 2018 que irão decorrer de 13 a 15 de Dezembro de 2017, em época única.

Clique aqui para ver edital ------ >

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Trabalho de Investigação de Física -Tema: -Vida e Obra de Andre Maric Ampére



Introdução

Neste presente trabalho iremos falar da vida e obra do físico, filósofo, cientista e matemáticofrancêsAndre Maric Ampère


















Índice 



André-Marie Ampère...................................................................................................1

Biografia.......................................................................................................................1

Obras............................................................................................................................1

Homenagens................................................................................................................2

Conclução.........................................................................................................3

Bibliografia..................................................................................................................4












André-Marie Ampère



André-Marie Ampère (Lyon, 20 de janeiro de 1775Marselha, 10 de junho de 1836) foi um físico, filósofo, cientista e matemáticofrancês que fez importantes contribuições para o estudo do eletromagnetismo

Biografia

Nasceu em Lyon, foi professor de análise na École Polytechnique de Paris e no Collège de France.

Seu pai, Jean-Jacques Ampère, um abastado comerciante nessa cidade, tinha como objetivo principal de garantir-lhe uma completa educação quando possível, inclusivamente uma formação religiosa sólida. Como não queria que o filho tivesse, uma carga adicional de preconceitos dos ensinamentos religiosos, decidiu ele próprio supervisionar essa educação, com ajuda de uma gigantesca biblioteca, que André, aos onze anos, já tinha lido inteiramente. Depois da biblioteca do lado paterno, o jovem, com os 12 anos, já lidava com os principais teoremas da álgebra e da geometria, passou a estudar matemática, começando pela leitura das obras deLeonhard Euler e Jakob Bernoulli, tarefa complicada para o principiante, pois exige um conhecimento anterior sobre ramos bastante complexos da matemática. Além disso, Bernoulli escrevera suas obras em latim, língua que André desconhecia. No tempo de duas semanas assimilou essa língua com o pai e, no mesmo período de tempo, obteve princípios de análise infinitesimal com bibliotecário do colégio de Lyon. Assim, a exemplo de Pascal, com doze anos já podia redigir um tratado sobre as seções cónicas.

Em 1814 foi eleito membro da Académie des Sciences. Ocupou-se com vários ramos do conhecimento humano, deixando obras de importância, principalmente no domínio da física e da matemática

Partindo das experiências feitas pelo dinamarquêsHans Christian Oersted sobre o efeito magnético da corrente elétrica, soube estruturar e criar a teoria que possibilitou a construção de um grande número de aparelhos eletromagnéticos. Além disso descobriu as leis que regem as atrações e repulsões das correntes elétricas entre si. Idealizou o galvanômetro, inventou o primeiro telégrafo elétrico e, em colaboração com Arago, o electroíman.

O seu filho Jean-Jacques Ampère (1800-1864) foi filólogo, erudito, viajante e historiador literário francês, o seu nome é em honra do pai de André.

Obras

Entre suas obras, ele deixou por terminar Ensaio sobre a filosofia das Ciências, na qual iniciou a classificação do conhecimento do homem. Publicou Recueil d'Observations électro-dynamiques; La théorie des phénomènes électro-dynamiques; Précis de la théorie des phénomènes électro-dynamiques; Considérations sur la théorie mathématique du jeu; Essai sur la philosophie des sciences

1

Homenagens

"Newton da Eletricidade" foi a designação que James Clerk Maxwell deu em homenagem a André, foi dado o último nome Ampère (símbolo: A) à unidade de medida do SI (Sistema Internacional) da intensidade de corrente elétrica.







































2

Conclusção 

Sendo um gropo de estudo concluimos que Ampère nasceu, 20 de janeiro de 1775 — Marselha, 10 de junho de 1836) foi um físico, filósofo, cientista e matemático francês que fez importantes contribuições para o estudo do eletromagnetismo.







































3



Bibliografia

https://pt.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%A9-Marie_Amp%C3%A8re









































PESQUISAS RELACIONADAS