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terça-feira, 9 de julho de 2019

Direito constitucional


Direito constitucional é o ramo do direito público interno dedicado à análise e interpretação das normas constitucionais. Na perspectiva contemporânea, tais normas são compreendidas como o ápice da pirâmide normativa de uma ordem jurídica, consideradas leis supremas de um Estado soberano e têm por função regulamentar e delimitar o poder estatal, além de garantir os direitos considerados fundamentais.

Nomino politico é como   qualquer manifestação da sociedade humana apresenta uma dupla face como um factor que acontece na vida das pessoas em relação ou como um aspecto  como uma realidade de valores portanto o fenomino politico esta ligado ao poder, estado no entanto existe varias posições acerca desse fenómeno.
 O estado moçambicano é unitário porque é uno, indivisível e alienável, porque respeita na sua organização os princípios da autonomia das autarquias locais.
O poder constituinte derivado é  um poder limitado constitucionalmente e possível de controle de constitucionalidade. manifesta-se sobre a forma do poder constituinte possibilita a realização de uma alteração no texto constitucional desde que sejam respeitados os limites estabelecidos constitucionalmente .
 Poder constituinte originário é o que estabelece a constituição de um novo estado organizando-o e criando os poderes destinados a reger os interesses da comunidade dessa novo estado tem como característica autónomo incondicionado e ilimitado. Manifesta-se a primeira ocorre através uma assembleia nacional constituinte e a segunda ocorre através de um movimento revolucionário.
Quanto a estabilidade as constituições na sua totalidade podem ser: constituições rígidas, semi-rigidadas ou simi-felxiveis e as constituições flexíveis.
Tipos de constituições, rígida, flexível, costumeiras, escritas.
Constituições rígidas, é necessários órgãos específicos, ou um procedimento mais rígido (restrito) e o de aprovação, divulgação, com revisão.
Constituições flexível, quando nenhuma norma ou órgão específico é necessário para se proceder a modificação, isto é a constituição é flexível porque em caso de revisão e modificação da lei ordinária aquele que não se exige nenhum requisito especial de reforma.
Poder constitucional originário  Poder Constituinte Originário pelos estudiosos do Direito aquele poder atribuído a um número determinado de seres humanos, que irão exercer um poder soberano em nome de todos os demais integrados numa sociedade política, estável, de âmbito geral e de base territorial tendo por fim governar pessoas e administrar os meios segundo os fins dessa associação, a qual conhecemos como Estado. Será este poder, então, capaz de estabelecer uma nova ordem constitucional, sendo assim responsável pelas leis fundamentais de sua respectiva nação. É dotado deste poder todo o indivíduo a quem se atribui a tarefa de criar as leis fundamentais do Estado, que servirão de orientadoras para todas as leis infraconstitucionais, ou seja, aquelas subordinadas e consolidadas pela Constituição.
Princípio da unidade sistemática diz que na mesma cosntituicao não haver contradicao dos preceitos estabelicidos.
Os sentidos da constituição sentido informal, sentido formal sentido material
Limites materiais determinam quais matérias sejam objecto de alteracao, com a separacao dos poderes, a forma de estado , direitos e garantias individuais.
limites circunstanciais. Limites formal é a competência para fazer revisão constitucional , o processo e as intervenientes nesse percurso.
Limites do poder constituinte, conjunto de matérias que próprio poder constitucional constituente deve respeitar em quanto pensa em elaborar uma constituição. Limites transcendentais, limites umanentes, limites heronomas.
A revisão constitucional mediante
O poder constituinte manifesta-se através de aparecimento de uma nova constituição.
A legitimidade do Poder Constituinte decorre directamente do princípio da soberania popular. Só o povo, concebido como uma pluralidade de forças culturais, sociais e políticas, pode deliberar sobre a conformação da sua ordem político-social.
É dessa correspondência com a vontade geral, aliada à lisura da representação popular no procedimento constituinte que este se legitima.
A primeira constituição de Moçambique entrou m vigor com a proclamação da independência nacional em 25/06/1975. Nesta altura a competência para proceder a revisão constitucional, fora atribuída ao comité central da frelimo ate a criação da assembleia com poderes constituintes que ocorreu em 1978.
Constituição material é um
A constituição costumeira é definida como sendo uma pratica repetida e retirada com a convicacao de obrigatoriedade esta continuação apresenta dificuldades no que concerne a imprecisão das suas normas, a incerteza quanto ao momento em que  o costume é constituído ou a época em que ele desaparece.
Constituição escrita as constituições escritas conduzem o grande movimento de escritura constitucional iniciado no século VIII movimento das luzes manifesta-se através existência de textos escritos e apresenta uma norma fácil aos costumes e que torna a forma solene escrita para reger as formas regidas dos governantes e dos governados.
 Objecto da constituição tem como objecto do estudo das normas constitucionais ou seja os princípios e normas fundamentais da estrutura politica e orgamizativa do estado as liberdades e direitos fundamentais do cidadãos e as bases de ordenamento jurídico da sociedade.
Elementos da constituição são orgânicos , limitativos , sócio ideológicos , estabilizações constitucional formais de aplicabilidade.
Função a constituição é hierarquizar outras normas , definir os direitos e deveres dos cidadãos e organizar o funcionamento do estado no exercício do seu poder.
Processos de formação da constituição o poder constituinte, nascimento da constituição as manifestações típicas do poder constituinte , os tipos de actos constituintes, limites do poder constituinte .
Manifestação do poder constituinte com o aparecimento de uma nova constituição conceptual que é dependência constitucional, revolução constitucional , traslação constitucional.
Tipologia do poder constituinte  acto constituinte unilateral singular, acto constituinte plural e bilateral .
Sentido da constituição. Constituição como ordenamento fundamental de uma associação politica. constituição como um conjugo de regras organizatórias destinadas a disciplinar as relações entre os vários órgãos da soberania. Constituição como organização politica do povo este conceito confere mais importaria ao povo como um organismo ligado por estruturas jurídicas em vista de um fio comum.
Constituição instrumental refere-se lei fundamental como texto ou como documento escrito
Construção formal é um conjunto de normas formais emanadas por um órgão com legitimidade e que se seguiu os procedimentos de aprovação específicas.
Constituição normativa – ligado ao sentido formal da constituição e um acto como fonte de direito constitucional.
Manifestações típicas do poder constituinte são estabelecer o texto que organiza o estado que limitara o poder do mesmo .
Excepsao constitucional implica a alteracao temporária da ordem costitucional nos seus aspectos fundamentais com vista a preservacao dessa ordem em atencao a um padrão de normalidade costitucional.
Modificação tóxico da constitucional é aquela modificação trazida por costume o que depois resulta da interpretação evolutiva da constituição compara-se a uma revisão indirecta.
   Revisão directa que é a forma particular de interpretação sistemática que consiste no reflexo sobre certa norma de modificação operada por revisão directa .
Modificação constitucional com ruptura na continuidade corresponde a revolução e a ruptura não revolucionaria ou modificação da constituição sem observância das vagas constitucionais significa que modificação constitucional e ruptura reconhece-se o principio de legitimidade no qual aceta a constituição introduzindo apenas com limite que aplica a forma original.
Transição constitucional é a passagem de uma constituição material a outra constituição material com observância das formas constitucionais o que muda constituição material mas mante-se a constituição instrumental informal


domingo, 7 de julho de 2019

Contabilidade Publica


Define-se Contabilidade Pública como sendo o ramo da contabilidade que registra, controla e demonstra a execução dos orçamentos, dos atos e fatos da fazenda pública e o património público e suas variações.
O objecto de estudo da contabilidade publica é  o património publico .
O objectivo é fornecer aos usuários da contabilidade (povo, políticos, governo, empresas…) informações sobre os resultados alcançados e aspectos de natureza orçamentária, económica e física do património da entidade do sector público e suas mutações, em apoio ao processo de tomada de decisão, a adequada prestação de contas e responsabilização e para a tomada de decisão.
O campo de aplicação da contabilidade publica abrange todas as entidades do sector publico.
Os três principais documentos da contabilidade pública são conta de gerência, conta de exercício e orçamento.
A finalidade da contabilidade publica é fornecer informação aos usuários da contabilidade para verificar se organização esta indo bem para o processo de tomada de decisão.
Suplemento de fundos é aplicados aos casos de despesas expressamente definidos em lei consiste na entrega de numerário a servidor, sempre precedida de empenho na dotação própria , para o fim de realizar despesas que pela excepcionalidade, a critério do ordenador de despesa e sob sua inteira responsabilidade não possam subordinar-se ao processo de normalidade aplicação.
as fases de arrecadação são previsão, lançamento , arrecadação, recolhimento.
Lançamento – identificação da matéria tributaria de maneira individualizada por contribuições, discriminando a espécie, o valor é o vencimento do imposto de cada um, ou seja é o assentamento dos débitos fundos dos contribuintes.
Arrecadação – memento em que contribuintes comparecem perante aos agentes arrecadadores a fim de liquidarem suas obrigações para com o poder publico.
Recolhimento – transferência dos valores arrecadados a conta económica especifica do tesouro , responsável pela administração e controle da arrecadação e programação financeira , ou seja , é o acto pelo qual os agentes arrecadados entregam diariamente ao tesouro publico o produto da arrecadação,
Lançamento – é o procedimento administrativo tende a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente, determinar a matéria tributável, calcular o montante.
As fases das receitas são previsão, arrecadação e recolhimento.
Fase das despesas são fixação, empenho, liquidação e pagamento.
Receita extraordinária é as receitas obtidas de um evento, extraordinário, não usual, eventual incomum, anormal.
Receitas ordinárias são as receitas que regularmente são obtidas pelo estado (IR, ICMS,)
Emprenho ordinário é um tipo de valor fixo e previamente determinante determinado, pagamento deva ocorrer de uma só vez.
Empenho estimativo é aquele que é utilizado para as despesas cujo montante não se pode determinar previamente tais como serviços de fornecimento de agua e energia eléctrica, a aquisao de combustível de combustíveis e lubrificantes e outros.
Factos contabeis são todos os inventos que ocorrem na empresa, possíveis de  , factos alteram o património de uma entidade , pagamento de duplicata entrada e saída de dinheiro e pode ser classificados e perfurativo, modificativo ou quantitativo podem ser classificados como aumentativo ou diminutivo alteram quantitativamente.
Fatos contábeis  (ou fatos administrativos) são ocorrências que têm por efeito a alteração da composição do Património, seja em seu aspecto qualitativo ou em seu aspecto quantitativo. São todos os eventos que ocorrem na empresa, passíveis de se determinar um valor monetário.  
Fatos contábeis perfurativos (qualitativos ou compensativos), Fatos contábeis modificativos (ou quantitativos) e Fatos contábeis mistos (ou compostos). São fatos que acarretam uma troca (permuta) entre elementos do ativo, do passivo, ou de ambos, porém sem provocar alteração no Património Líquido, alterando apenas a composição qualitativa dos elementos pertencentes ao Património.
Modificativos ou Quantitativos São fatos que alteram a composição do Património e modificam para mais (modificativos aumentativos) ou para menos (modificativos diminutivos) a situação líquida da empresa.
Atos Administrativos São acontecimentos que ocorrem na empresa e que não provocam alterações no património. Por exemplo, admissão de empregados, assinaturas de contratos de compras.
Empenhos Ordinário: tipo de empenho utilizado para as despesas de valor fixo e previamente determinado, cujo pagamento deva ocorrer de uma só vez;
Estimativo: empenho utilizado para as despesas cujo montante não se pode determinar previamente, tais como serviços de fornecimento de água e energia eléctrica, aquisição de combustíveis e lubrificantes e outros;
Suprimento de Fundos é Adiantamento concedido a servidor, a critério e sob a responsabilidade do Ordenador de Despesas, com prazo certo para aplicação e comprovação dos gastos. O Suprimento de Fundos é uma autorização de execução orçamentária e financeira por uma forma diferente da normal, tendo como meio de pagamento o Cartão de Pagamento do Governo.
Casos de Aplicação do Suprimento de Fundos, atender a despesas de pequeno vulto, atender a despesas eventuais,, quando a despesa deva ser feita em carácter sigiloso.
Receita pública é o montante total (impostos, taxas, contribuições e outras fontes de recursos) em dinheiro recolhido pelo Tesouro Nacional, incorporado ao património do Estado, que serve para custear as despesas públicas e as necessidades de investimentos públicos.
Processamento da receita pública é o conjunto de actividades desenvolvidas pelos órgãos arrecadadores, com o objectivo de arrecadar dinheiros e bens públicos que, por força de lei ou contrato, pertençam ao Estado.

O processamento da receita pública abrange dois períodos distintos: a estimação da receita (onde se elabora a proposta orçamentária) e a realização da receita.
Estágios da realização da receita se dividem em previsão, lançamento, arrecadação e recolhimento.
A previsão implica planejar e estimar a arrecadação das receitas orçamentárias que constarão na proposta orçamentária.
Lançamento É a individualização e o relacionamento dos contribuintes, discriminando a espécie, o valor e o vencimento do tributo de cada um. Realizado para os casos de impostos diretos (os que recaem sobre a propriedade e a renda) e outras receitas que também dependem de lançamento prévio (aluguéis, arrendamentos, foros, etc.). É de se observar que não são todas as receitas que passam por esta fase.
Arrecadação É o momento onde os contribuintes comparecem perante os agentes arrecadadores a fim de liquidarem suas obrigações para com o Estado.
Recolhimento É o ato pelo qual os agentes arrecadadores entregam diariamente o produto da arrecadação ao Tesouro Público.
Receita tributária é toda fonte de renda que deriva da arrecadação estatal de tributos, dos quais são espécies os Impostos, as Taxas, as Contribuições de Melhoria, os Empréstimos Compulsórios e as Contribuições Especiais, todos prefixadas em lei em carácter permanente ou não.
Receita ordinária É a arrecadada regularmente em cada período financeiro. São as receitas periódicas previstas no orçamento público.
Receita extraordinária É arrecadada pelo Estado com carácter de temporalidade ou excepcionalidade, ou seja, não é uma arrecadação de modo contínuo, como impostos e taxas que fazem parte da Receita Ordinária.
Receita de Capital Decorrem da constituição de dívidas, da conversão de bens e direitos, do recebimento de recursos de outras pessoas de direito público ou privado, destinados a atender as despesas de capital.
Receita Correntes São as receitas tributárias, patrimoniais, industriais e diversas e, ainda, as provenientes de recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, quando destinados a atender as despesas correntes.



quinta-feira, 4 de julho de 2019

Desde 1975 Reginaldo é o unico moçambicano a ganhar uma bota de ouro em campeonato internacional

“Estou feliz porque assinei o contrato da minha carreira”

Estou feliz porque assinei o contrato da minha carreira
Muitos torciam o nariz pela sua escolha. A avaliar, claro, pela falta de expressão do futebol albanês no concerto das nações. A sua passagem pelo Nacional da Madeira e Santa Clara de Portugal, clubes para o qual se projectara pela porta da Liga Desportiva de Maputo, fazia crer que pudesse dar o salto para ligas mais expressivas.

Mas na Albânia, com a humildade e cultura de trabalho que lhe é característica, venceu.

Pela porta do Laçi, há três anos, deu os primeiros passos numa aventura de três anos que culminaria com a conquista da Taça da Albânia e a bota de ouro, referente à melhor marcador do campeonato com 14 golos na temporada.

Uma época de sonhos para o avançado que, a meio do percurso, viu os Mambas serem afastados do CAN-2019, após um empate com a Guiné-Bissau a duas bolas num jogo em que tinham tudo para vencer.

O golo por si marcado no dia 18 de Novembro de 2018, que mais do que ditar a vitória sobre a Zâmbia, por 1-0, fez renascer as esperanças de apuramento pela quinta vez a uma fase final de um campeonato africano. Mas debalde!

“Não foi fácil conquistar esta bota de ouro. Estava a lutar há muito tempo para poder conquistá-la. Na época antepassada, estava na disputa da bota de ouro.  E, posso dizer, a conquista esta temporada foi o culminar de muito trabalho”, regozijou-se o goleador.

Reginaldo não se esqueceu de onde veio. Aliás, recorda que teve que se aplicar a fundo desde que em 2016 integrou o Laçi, clube com o qual foi finalista vencido da Taça da Albânia.

“É culminar deste trabalho árduo ao longo de três temporadas na Albânia. Foram temporada de muito sucesso e, acima de tudo, de muito sacrifício. Estou muito feliz por conquistar a bota de ouro”, notou.

veja::

objectivo da filosofia africana

Existência da filosofia africana ou não filosofia africana!
Existência filosofia africana ou filosofia africana.

2. Objectivos
2.1. Objectivo Geral

Demostrar a existência da filosofia africana.

2.2. Objectivos específicos

 Fazer uma análise da filosofia bantu.
Fundamentar a o pensamento africano ou filosofia africana
Analisar a realidade e demonstrar o legado roubado, isto é, filosofia egípcia.

1. Introdução

É óbvio que existe filosofia africana, ou seja, o africano apresenta um pensamento sistemático e organizado. Apesar de existir certos críticos que não acceita ou dúvida a filosofia africana, alegando que o mesmo não existe. Pois,  a filosofia não tem só caracteristicas eurocentrica, mais também possue aspectos afrocentriticas.

Desde do Temples buscou-se uma identidade ou afirmação da filosofia africana, apesar houveram muitas mentes preconceituosas, que não aceitaram o pensamento dos africanos como um pensamento racional, por exemplo, Hegel através da sua dialética trialógica colocava os africanos no estágio de infantilidade, cujo o seu desenvolvimento está estagnado. Também Levy-Bhrul na sua mente, os africanos são povo pré-lógica. Perante tudo isto o povo Bantu estava bem longe de ser considerada como Ser pensante.

Assim sendo, surge algumas inquietações de forma muito explicitas: o que é filosofia? Quando que se considera o pensamento é filósofico ? existe pensamento ou filosofia africana?
Porquê a insistência da filosofia africana?
Nas bases destas questões iremos desenvolver o nosso temas, referindo a dualidade entre a filosfica ocidental e filosofia africana. Isto analisando paulatinamente o pensamntos dos pensadores africanos e sua influência na afirmação da filosofia africana.

2. O que é filosofia?

A procura contínua do significa,  da essência, da natureza filosofia, ou seja, a pergunta o que é filosofia? A sua responda interessa ao homem, pois é muito dificil ouvir perguntas ou que é geografia? o que é matemática ou fisica? Mas muitas vezes a sua resposta (da filosofia), costuma ser dada duma forma muito ironica, absurda e sem fundamentos, por exemplo: “A Filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Ou seja, a Filosofia não serve para nada. Por isso, se costuma chamar de “filósofo” alguém sempre distraído, com a cabeça no mundo da lua, pensando e dizendo coisas que ninguém entende e que são perfeitamente inúteis.
A existencia da pergunta tem uma razão ser. Apesar de nossa sociedade de dar interesse no aquilo tem finalidade objectivos práticos e visiveis, como as biologia, matemática, a fisica, etc. “Por isso, ninguém pergunta para que as ciências, pois todo mundo imagina ver a utilidade das ciências nos produtos da técnica, isto é, na aplicação científica à realidade”.

O termo filosofia deriva do grego phílos que vai significar "amigo" ou "amante" e sophía que também sifignifica "conhecimento" ou "saber", assim sendo, a filosofia terá muitas e tantas definições quantas são as correntes filosóficas. Por exemplo,  Aristóteles definiu a filosofia como a totalidade do saber possível que não tenha de abranger todos os objetos tomados em particular; os estóicos, como uma norma para a ação; Descartes, como o saber que averigua os princípios de todas as ciências; Locke, como uma reflexão crítica sobre a experiência; os positivistas, como um compêndio geral dos resultados da ciência, o que tornaria o filósofo um especialista em idéias gerais. Já se propuseram outras definições mais irreverentes e menos taxativas. Por exemplo, a do britânico Samuel Alexander, para quem a filosofia se ocupa "daqueles temas que a ninguém, a não ser a um filósofo, ocorreria estudar.
Marilena Chaui, dá algumas  definições de filosofia, onde ela (filosofia) é definida como visão do mundo de um povo, de uma cultura ou mesmo duma civilização, isto é, a “filosofia corresponde, de modo vago e geral, ao conjunto de idéias, valores e práticas pelos quais uma sociedade apreende e compreende o mundo e a si mesma, definindo para si o tempo e o espaço, o sagrado e o profano, o bom e o mau, o justo e o injusto, o belo e o feio, o verdadeiro e o falso, o possível e o impossível, o contingente e o necessário”[2]. E ainda define a como sabedoria de vida, em que é relacionada com ação de algumas pessoas que pensam
“Para Hountodji a filosofia é um conjunto de textos e de discursos explicitos, literatura de intenção filosófica. Esta definição é contestável , pois a intenção não faz filosofia.”

3. Filosofia Africana

É “inegavel a expectativa do conhecimento do africano (…), não se trata de colocar perguntas se o africano é um ser pensante ou tornar às categorias filosóficas e literaturas que outrora domiram o as mentes preconceittuosas do ocidente”[4]. Desde modo o ocidente não via ou mesmo vê com bons olhos a filosofia africana, pois, Hegel  coloca o pensamento africano no estágio de infantilidade, também Levy-Bhru classifica o povo africano como pré-logico e estático.
Mais com Placide Tempels, o pensamento africano começa ser divulgado com uma certa claridade, apesar de receber muita preconceituasidade pela parte do ocidente. Assim sendo, é erroneo pensar que ou dizer a priori que os africanos não têm idéias sobre as coisas, eles não têm ontologia. Placide ainda acrescenta, que a “etnologia, a lingüística, a psicanálise, a ciência do direito, sociologia e estudos religiosos não podem fornecer conclusões definitivas, após a filosofia e a ontologia do primitivo foram totalmente estudados e descritos. De fato, se os primitivos têm uma visão particular de ser e do universo, a "ontologia" vontade própria a um caractere especial, a cor local, suas crenças e práticas religiosas, seus costumes ao seu direito , suas instituições e costumes, suas reações psicológicas e, mais genericamente a qualquer comportamento.
O pensamento africano é também sistemático, reflexivo e ingador, pois através da linguagem, da religião, dos provébios sobresai o pensar do africano. Se a filosofia é definido como pensamento sistenático, reflexivo e que cria mecanismo para o bem estar, o pensamento africano não esta isanta destes pressupostos. É dai que surge a etnofilosofia, que busca clarificar o pensamento do povo primitivo, arcaicos ou tradicionais.

“A afirmação da existência da filosofia africana encontra uma elaboração sistemática”, pois o simples facto de afirmar que o africano é um homen, logicamente é racional e sendo racional ele possue um pensamento sistemático e possuindo este princípio de racionalidade, o seu pensamento também é racional. No agir e no pensar do africano existe uma filosofia. Desde modo, aquilo que africano produz é a filosofia. Pois para Mbiti a compreensão é uma filosofia, e africano possue esta compreensão da vida, da natureza e das coisas lhe que circunda.

Na formação da civilização grega que deu origem a filosofia, as cultutras africanas deram grande contributo para sua formação. “...os textos disponíveis sobre o antigo Egipto permitem afirmar a existência de uma autêntica filosofia que floresceu nas margens do Nilo”. Desde modo o Egipto abriu caminhos para surgimento da filosofia, os antigos gregos roubaram (legado roubado, 1945 de George G. M. James) suas principais realizações culturais dos egípcios negros, a filosofia grega e as religiões misteriosas da Grécia e de Roma foram roubadas do Egipto. Pois, para George James, os gregos antigos não tinham a habilidade inata para desenvolver a filosofia.
Um dos grandes pensadores moçambicano, Castiano, faz uma crítica aos critica, ou os que dizem a não existência da filosofia africana, pois para ele, “a filosofia dos críticos parece ser uma filosofia envergonhada”. Pois, eles recusam os textos orais, e esqueceram que “à boa maneira platónica que, graças a isso, conseguimos saber o que Sócrates andava a apregoar pelos mercados de Atenas”[8]. Para Anta Diop a origem da filosofia deve ser procurada em África, especial na civilização egípcia, ou seja, o lugar que a Grécia ocupa na história do pensamento científico filosófico, deveria ser ocupado pelo Egipto antigo. “O que a Grécia explorou mais do Egipto foi porém o campo de ideias, particularmente o das ideias filosóficas. Começa-se, por exemplo, pelos nomes dos deuses gregos que foram emprestados do Egipto, seguindo-se também os conceitos, as conexões entre os conceitos e até ambiente”.

Castiano na sua obra referenciais da filosofia africana, salienta que é preciso desmitificar por exemplo, o mito de que Grécia é o berço do saber universal mostrando como muitos gregos tiveram ímpeto de viajar para o Egipto porque consideravam, naquela altura, este território como a fonte do saber e do conhecimento.
Se nós falamos dum pensamento racional dos antigos egípcios, concluímos que sempre existiram os pensadores africanos com um certo nível de desenvolvimento reflexivo como o logos helénico, isto em diversos campos de saber e de ser. 

3. Conclusão

A existência da filosofia africana é dado bem adquerido, não há dúvidas da afirmação do povo africano como um posso que possue um pensamento bem sistematizado e desenvolvido, onde o nivel e intelectual e discursivo é bastante elevado.
A filosofia africana tem os mesmo estatutos epistemológicos tal como da filosofia helenica, já referia Ferrreira na sua análise sobre o pensamento do africano. A filosofia africana de ser vista como as outras filosofias, isto é, do filosfia ocidental.
O pensamento africano tem uma referência subjectiva e objectiva, pois é preciso desmitizar que africa não possue filosofia ou negação da filosofia africana. E este é o tempo de colocar as ideias africanas no centro de qualquer análise que envolve a cultura e o comportamento africano, (afrocentrismo).
A filosofia africana apresenta caracteristicas bem explícita e analítica, desde modo é erroneo considera-la como pré-lógica, sem fundamento ou sem referências, no agir ou na acção do africano existe bem patente o aspecto da filosfia
Devemos lutar para validação da oralidade, pois este marco é muito relevante na filosofia africana, pois existe grandes conhecimento no na filosofia helenica, que fora passado através da oralidade.

5. Bibliografia

CASTIANO, José P. .(2010) Referenciais da filosofia africana: em busca da intersubjectivação. Ed. Ndjira, 1a ed. Maputo.
 CHAUI, Marilena.(2005). Convite à Filosofia. Ed. Ática, São Paulo.
FERREIRA, Alberto João. Texto de apoio, História do pensamento africano moderno.
SEVERINO, Elias Ngoenha. (1993). Das independências às liberdades, Ed. Paulistas, Maputo.

segunda-feira, 1 de julho de 2019

EXAMES DE MATEMÁTICA 1 a 2 Todas Épocas época

EXAME FINAL DE MATEMÁTICA 12ª CLASSE 2015 1ª ÉPOCA 2015

EXAME EXTRAORDINÁRIO  MATEMÁTICA 2016 12 CLASSE 


EXAME  EXTRAORDINÁRIO MATEMÁTICA 12ª CLASSE 2015

EXAME DE MATEMÁTICA 12ª CLASSE 1ª ÉPOCA 2014 

EXAME DE MATEMATICA 12ª CLASSE 2012 1ª EPOCA

EXAME DE MATEMÁTICA 12ª CLASSE 1ª ÉPOCA 2011  

EXAME 12ª CLASSE   MATEMÁTICA 2014 2ª ÉPOCA 

EXAME DE MATEMATICA 12 CLASSE / 2010 2ª ÉPOCA

EXAME DE MATEMÁTICA 2015 1ª ÉPOCA 12ª Classe 

Exames de Matemática Para 12ᵃ Classe
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Topic: A reflection on Winners and Losers in Language Planning

Introduction

“Language planning is an attempt to interfere deliberately with a language or one of its varieties: it is human intervention into natural processes of language change, diffusion, and erosion.”  Stated Wardhugh (2006, p. 357). This is to say that Language planning is a deliberate effort to influence the function, structure or acquisition of language or language variety within a speech community.
During the process of planning a language there are winner and losers. And, given that winners and losers are noticed, the present assignment, thus, aims at bringing about a reflection on Winners and Losers in Language Planning. Here, some aspects concerning winners and others concerning losers in Language planning will be pointed out.

We live in a world of more than 6 billion people and by the most generous estimate 6,000 languages. Many of these are endangered or even dying. Dixon estimates that there may be actually as few as 4,000 languages spoken today with that number steadily decreasing. Each language encapsulates the world-view of its speakers: how they think, what they value, what they believe in, how they classify the world around them, how they order their lives. Once a language dies, a part of human culture is lost, forever. These are some of the facts about languages in general.
Additionally, Nettle and Romaine (2000), quoted by (Wardhaugh, 2006), voice a very similar view, say that as many as 60 percent of all languages are already endangered, and go so far as to claim that some of the endangered languages have much to tell us about the natural world, e.g., invaluable information about ecological matters, and even perhaps about the nature of reality. It has already been said that each language is a way of coming to grips with the external world and developing a symbolism to represent it so that it can be talked and thought about. Crystal (2000), quoted by (Wardhaugh, 2006), also deplores the reduction of language diversity brought about by language death.

Fluxograma


Índice

1. Introdução. 1

1.1. Objectivos. 2

1.1.1. Objectivo gerais. 2

1.1.2. Objectivos específicos. 2

1.2. Metodologia. 2

2. Fluxograma. 2

3. Âmbito de aplicação dos fluxogramas. 4

3.1. Importância. 4

4. Etapas de elaboração de fluxograma. 4

4.1. Principais passos para a sua elaboração. 5

4.2. Tipos de fluxograma. 6

4.3. Técnicas de desenho de um fluxograma. 8

4.4. Desenhando um fluxograma manualmente. 8

4.5. Simbologias de fluxogramas. 9

4.6. Desenhando um fluxograma com o uso da informática. 9

5. Vantagens do Fluxograma. 9

5.1. Desvantagens do Fluxograma. 10

6. Recomendações para elaboração de fluxogramas. 11

7. Conclusão. 12

8. Referências bibliográficas. 13


1. Introdução

O uso de fluxograma é preponderante para as organizações e tem como objectivo principal descrever a sequência ou fluxo de um processo, seja ele manual ou mecanizado, especificando os recursos tais como documentos, papel, disco, formulário ou qualquer outro tipo de material usado como fonte para os dados e informações.

Na sua elaboração são usados símbolos convencionados, que permitem poucas variações. Todo e qualquer processo, tanto administrativo como operacional têm um fluxo de operações tais como entrada, processamento e saída. Esse fluxo envolve operações, área da organização envolvida, recursos humanos e materiais, custos relativos a esse recurso, volume de trabalho, os tempos de excussão, documentos envolvidos pelo fluxograma e a tecnologia de informação utilizada.
1.1.Objectivos
1.1.1. Objectivo gerais


ü Estudar os fluxogramas
1.1.2. Objectivos específicos

ü Descrever as etapas dos fluxogramas

ü Abordar as vantagens e desvantagens dos fluxogramas

ü Falar dos tipos dos fluxogramas
1.2.Metodologia
O termo metodologia tem sua origem no grego (méthodos= caminho, ao longo de um caminho e lógos= estudo), ou seja, é o estudo dos caminhos a serem percorridos para se realizar uma pesquisa. Em ciências, metodologia é o caminho que o pesquisador percorre em busca da compreensão da realidade, do fato, do fenómeno (Zanella, 2009:61).

Método é a maneira, é a forma que o cientista escolhe para ampliar o conhecimento sobre determinado objecto, fato ou fenómeno. É uma série de procedimentos intelectuais e técnicos adoptados para atingir determinado conhecimento.

O presente trabalho o qual consiste no estudo dos fluxogramas, a metodologia usada foi a técnica documental a qual serviu de suporte para o enriquecimento de conceitos no que tange os fluxogramas, foi usada também a técnica bibliográfica, esta que é realizada através de material já publicado em livros, meios electrónicos acessíveis ao público em geral.
2. Fluxograma

O termo fluxograma vem do inglês flow-chart (flow=fluxo+chart=gráfico).

A técnica mais conhecida e mais usada no estudo de rotinas administrativas é a de elaboração de fluxogramas. Contudo, é comum encontrar um rótulo diferente para técnica. Uns chamam de gráfico de procedimentos, outros gráficos de processos; há quem prefira rotular fluxo de pessoas e papéis; ou fluxo de documentos. De qualquer maneira procura-se utilizar o termo fluxograma para todo e qualquer gráfico que demonstre algum fluxo, obedecendo, além do costume, ou verdadeiro sentido etimológico da palavra Araújo (1998:82).

O autor avança ainda que o fluxograma de maneira geral procura apresentar a rotina passo-a-passo e acção por acção.

Para Ballestero Alvarez (1991), trata-se de uma representação gráfica em rede de um sistema, mostrando os elementos que estão activos e suas respectivas interligações de dados com outros elementos e unidades.

Fluxograma é uma técnica de representação gráfica que se utiliza símbolos previamente convencionados, permitindo a descrição clara e precisa do fluxo, ou sequência, de um processo, bem como sua análise e redesenho, como alude Oliveira (2005). Acrescenta Cury (2005:42), que fluxograma é “um gráfico universal, que representa o fluxo ou a sequência normal de qualquer trabalho, produto ou documento”.

Araújo (2006) diz que é um processo formado pelos movimentos de papéis entre pessoas e unidades de uma organização, com um início e um fim delimitados. E na proposição de um objectivo, podemos dizer que é o de assegurar a fluidez dessa movimentação, manter claramente os limites do fluxo e dispor de uma linguagem de leitura técnica, através do uso de simbologias universalmente aceitas.

O fluxograma, também conhecido por flow-chart, carta de fluxo de processo, gráfico de sequência, gráfico de processamento, representa graficamente a sequência de um trabalho ou de um processo de comunicação. Representa com racionalidade, lógica, clareza e síntese rotinas ou procedimentos em que estejam envolvidos documentos, informações recebidas, processadas e emitidas, bem como seus respectivos responsáveis e/ou unidades organizacionais.
3. Âmbito de aplicação dos fluxogramas

Fluxograma de maneira geral aplica-se na descrição das actividades, tarefas e entre outras informações de uma forma sintética usando símbolos previamente concebidos pela organização Araújo (1998:83).

O fluxograma é usado em organizações com o fim de padronizar o processamento do trabalho administrativo, que possibilita a racionalização dos métodos processos ou implantação de sistemas, substituindo os relatórios expressos em palavras por uma apresentação que possibilita uma visualização dos eventos e que seja ao mesmo tempo sistematicamente organizado.

Os fluxogramas são usados nos estudos de rotinas administrativas, apresentando rotinas passo a passo, acção por acção num determinado processo administrativos.
3.1.Importância

O fluxograma permite ofluxo de Operações: entrada, processamento e saídas, que envolvem diferentes áreas organizacionais (Idem).

O fluxo representa com racionalidade lógica, clareza e composição rotineira ou procedimentos em que estejam envolvidos documentos, informações recebidas, processadas e emitidas, bem como seus respectivos responsáveis da unidade organizacional. Grimas (2008), acrescenta que fluxograma mostra como faz se o trabalho e adentra em problemas cujas soluções interessam, directamente, ao exercício de uma administração coerente, nas organizações como um todo, despontando a circulação de papéis e formulários entre as diversas unidades organizacionais da empresa ou entre pessoas, funcionários ou colaboradores na atribuição de responsabilidade e em outros aspectos do funcionamento do processo administrativo.
4. Etapas de elaboração de fluxograma

1. Abrir o sistema;

2. Criar um novo documento;

3. Disponibilizar as barras de ferramentas mais comuns; padrão, formatar, caixas de ferramentas e desenhar;

4. Exibir a galeria de formas;

5. Inserir departamentos ou agentes e edita-los;

6. Inserir as formas conforme necessidade;

7. Inserir texto nas formas, editando-os;

8. Estabelecer ligações necessárias entre as formas, editando-as;

9. Configurar documento;

10. Imprimir.
4.1.Principais passos para a sua elaboração


Cury (1991:234), diz que para elaborar um fluxograma, o analista através de pesquisa minuciosa junto as unidades organizacionais em exame, deve fazer levantamento dos passos que envolvem o trabalho desde o operador inicial até o final, passando, inclusive, pelos formulários envolvidos no processo.

Cury (Idem:235) advoga ainda que, o roteiro de elaboração e a da análise de fluxograma, pode ser descrito obedecendo as seguintes fases ou passos:
Comunicação: as chefias envolvidas participam aos empregados à realização do trabalho e seus objectivos;
Colecta de dados: as informações devem ser fornecidas pelos próprios executores dos trabalhos, mediante utilização de um roteiro de entrevista;
Fluxogramação: colhidos os dados, deve ser escolhido o tipo de fluxograma a ser utilizado, elaborando-se em seguida, o seu rascunho;
Análise de fluxograma: o analista deve partir do processo geral e descer progressivamente ao exame minucioso das diversas etapas;
Relatório da análise: nesta fase, terminado o estudo e novo fluxograma, o analista deve preparar um relatório em que poderão ser inseridos seguintes itens:

a) Condições actuais: fluxograma de situações existentes;

b) Análise das condições existentes: descrição de falhas de processamento diagnosticadas;

c) Recomendações: fluxograma de rotinas propostas; cópia de formulários propostos;
Apresentação do trabalho: os fluxogramas e os formulários constituem excelentes demonstrações visuais para apresentação das recomendações finais.

A exposição dos métodos actuais deve ser clara e objectiva. O analista deve apresentar o tipo de fluxograma que mais se adequa a natureza do trabalho sendo mais utilizáveis o administrativo ou de rotinas de trabalho e o global ou de coluna (idem).
4.2.Tipos de fluxograma

Os principais tipos ou modelos de fluxogramas segundo Cury são:

ü Fluxograma Vertical;

ü Fluxograma Administrativo (ou de rotinas de trabalho);

ü Fluxograma Global (ou de lacunas);

ü Fluxograma de blocos;

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